Desgoverno corta o FIES e arrocha funcionalismo em 2020

Corte com pessoal em 2020 será de R$ 5,8 bilhões e rombo previsto é de R$ 124,1 bilhões

O FIES, programa de financiamento de mensalidades em universidades privadas a juros baixos, em 2014 chegou a 732 mil contratos. Para 2019, o governo neoliberal anunciou 250 mil contratos. Para 2020 serão apenas 100 mil e para 2021 o número deve chegar a 54 mil contratos. Esses cortes, junto ao sucateamento das universidades públicas, prejudicam especialmente os mais pobres.

Orçamento 2020: Desgoverno corta 5,8 bilhões do gasto de pessoal e participação cai de 5,7%(2019) para 5,5% do PIB.

O gasto previdenciário cresce 40 bilhões e a sua participação do PIB cresce de 8,6% (2019) para 8,9% (2020).

O Beneficio de progressão continuada (BPC) caiu R$ 10 milhões e o gasto com seguro desemprego será de R$ 40 bilhões, o mesmo de 2019. A participação do seguro desemprego frente ao PIB cai de 0,6% (2019) para 0,5% (2020).

O investimento, somado aqui as empresas públicas, cresce 6,2 bilhões e mantém a participação no PIB.

O déficit primário previsto para 2020 é de R$ 124,1 bilhões.

Até novembro o déficit primário foi de R$ 80,3 bilhões e a imprensa deu isto como um número bom para o desgoverno. Ocorre que o governo federal fez uma nova estimativa orçamentária em dezembro e o déficit primário deve ser de 137,6 bilhões ou R$ 1,4 bilhão a menos que o previsto.

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