Novas notícias do mundo doido

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O mito da Cobra Norato, que é uma das lendas indígenas mais conhecidas da Amazônia. Essa história folclórica mistura dois personagens locais muito importantes: a Cobra Grande ou Boiúna (“cobra preta”, em língua indígena) e o Boto.

Dizem que a árvore plantada por Trump e Macron, no jardim da Casa Branca, em sinal de amizade, morreu, findou, não resistiu.

Dizem também que o Salvator Mundi, quadro de Leonardo da Vinci, entre as mais  caras obras de arte já leiloadas, está vagando em iate de príncipe saudita, daqueles que mandam cortar as mãos das pessoas, suas cabeças, suas mulheres.

Pelo planeta morrem as abelhas, girafas, orangotangos e rinocerontes. Entre as águas habitam agora os plásticos, nova presença na conquista do mundo.

No Brasil, que chamam pátria amada, buscam maneiras de acabar com a reserva legal.

Para que guardar o mato?

Povos tradicionais, isolados até, afirmam alternativas possíveis, refugiam-se.

Índios Kisedje produzem óleo de pequi , na Terra indígena do Xingu, MT — Foto: Rogério Assis/ISA

https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2019/06/11/indios-de-mt-ganham-premio-da-onu-por-producao-de-oleo-de-pequi-em-aldeia.ghtml

Homens bem sucedidos em seus projetos de poder, adoram plantar árvores, soltar pombos brancos, comprar arte;  por mais que matem, devastem ou façam guerras.

Balelas, picaretas. Estamos no buraco negro do capitalismo, capitulação.

Chora-se de alegria ou dor. Há ira naqueles que iludem com gestos vazios, jogo de cena.

Os, dos poderes, podres, esnobam boa ação.

Dizem ao homem da cidade que ser feliz é ter posses. 

Não creio tanto assim, sem terra. 

Sirvo, como gente. Nos degustamos.

Piegas. Seres que passarão. Enterram, ferram, findam,

longo caminho. Pagamos a conta.

Meu povo abala-se ainda com sevícias sexuais. Craque de araque do futebol.

Falsos,

tolos ídolos.

*Imagens e artes por Helio Carlos Mello©

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crônica
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