Não vou admitir ser interrompida

Viemos aqui para combater e para sonhar juntos com os nossos!

Monica Seixas, deputada da Bancada Ativista, comenta a postura desesperada de Jair Bolsonaro, em transmissão ao vivo de 23 minutos, realizada por ele nesta semana, motivado pela associação de seu nome ao assassinato de Marielle Franco.

A notícia veiculada pela Rede Globo, como muitos já sabem, incomodou muito o PSL, partido do presidente, não só em Brasília, como também em São Paulo.
Segundo Monica, o ciclo de baixarias na política foi inaugurado pelo PSL há 30 anos, com sistemáticas quebras de decoro no Congresso Nacional. Em SP, na Alesp, a trajetória de inúmeros episódios de falta de ética continuam.

No vídeo, a parlamentar relata casos de extrema falta de respeito, moral e até a manipulação de um processo contra a deputada Erica Malunguinho (PSOL) por parte de parlamentares do PSL na Assembleia Legislativa de SP.

Embora tenha iniciado seu pronunciamento avisando que não admitiria ser interrompida, Monica foi interrompida duas vezes pelo líder do PSL, o deputado Gil Diniz: “LGBT o quê?” perguntou Diniz em tom jocoso. Na ocasião, a sessão era presidida pelo deputado Gilmaci Santos, que cortou o microfone de Gil Diniz.

Discussões irrelevantes e agressivas têm estado cada vez mais presentes na rotina da Alesp, como nunca estiveram. Inclusive deputados veteranos da Casa, como Campos Machado (PTB) e Barros Munhoz (PSB), têm reclamado publicamente,na tribuna do plenário JK, desses comportamentos.

Os Jornalistas Livres publicou, ontem, vídeo do deputado Emidio de Souza (PT) que, assim como Monica Seixas, respondeu de maneira firme aos insultos desferidos pelo deputado Douglas Garcia (PSL) contra o ex-presidente Lula. Monica finalizou seu discurso deixando uma lição de como o parlamentar deve se comportar numa Casa Legislativa.

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Viemos aqui para combater e para sonhar juntos com os nossos! Monica Seixas, deputada da Bancada Ativista, comenta a postura desesperada de Jair Bolsonaro, em transmissão ao vivo de 23 minutos, realizada por ele nesta semana, motivado pela associação de seu nome ao assassinato de Marielle Franco. A notícia veiculada pela Rede Globo, como muitos já sabem, incomodou muito o PSL, partido do presidente, não só em Brasília, como também em São Paulo. Segundo Monica, o ciclo de baixarias na política foi inaugurado pelo PSL há 30 anos, com sistemáticas quebras de decoro no Congresso Nacional. Em SP, na Alesp, a trajetória de inúmeros episódios de falta de ética continuam. No vídeo, a parlamentar relata casos de extrema falta de respeito, moral e até a manipulação de um processo contra a deputada Erica Malunguinho (PSOL) por parte de parlamentares do PSL na Assembleia Legislativa de SP. Embora tenha iniciado seu pronunciamento avisando que não admitiria ser interrompida, Monica foi interrompida duas vezes pelo líder do PSL, o deputado Gil Diniz: “LGBT o quê?” perguntou Diniz em tom jocoso. Na ocasião, a sessão era presidida pelo deputado Gilmaci Santos, que cortou o microfone de Gil Diniz. Discussões irrelevantes e agressivas têm estado cada vez mais presentes na rotina da Alesp, como nunca estiveram. Inclusive deputados veteranos da Casa, como Campos Machado (PTB) e Barros Munhoz (PSB), têm reclamado publicamente,na tribuna do plenário JK, desses comportamentos. Os Jornalistas Livres publicou, ontem, vídeo do deputado Emidio de Souza (PT) que, assim como Monica Seixas, respondeu de maneira firme aos insultos desferidos pelo deputado Douglas Garcia (PSL) contra o ex-presidente Lula. Monica finalizou seu discurso deixando uma lição de como o parlamentar deve se comportar numa Casa Legislativa.

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