NA ‘ZONA QUENTE’ DO CRIME DA VALE

Um mês do crime praticado pela Vale em 25 de janeiro, no povoado de Córrego do Feijão, município de Brumadinho, MG. Pelo menos 310 pessoas foram tragadas pelo tsunami de lama que desceu após o rompimento da barragem de rejeitos de minério de ferro. Já foram identificados 179 mortos e 131 pessoas ainda estão desaparecidas

Depois do crime de Mariana a Vale não tomou jeito e, na ganância de extrair o minério acabou reincidindo no crime. Até quando? Minério não dá duas safras!

No alto a Serra dos três Irmãos, onde a Vale vem extraindo minério de ferro há anos, provocando o rompimento da barragem de rejeitos

Área da Pousada Nova Estância, que foi totalmente soterrada pela lama, matando funcionários e turistas

O pontilhão da estrada de ferro da Vale não resistiu à força da lama que desceu com o rompimento da barragem

No alto a Serra dos Três Irmãos, onde a Vale explora o minério de ferro. Abaixo mostra resquícios de mata atlântica que, felizmente, escapou da lama

Área da chamada Zona Quente do lamaçal, onde os bombeiros ainda trabalham na tentativa de localizar e resgatar mais corpos

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Um comentário
  • Ana Maria Silveira
    26 fevereiro 2019 at 8:21
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    Escolhem lugares lindos para deteriorar.
    Assim como em Angra, com usinas nucleares.
    A estupidez assola este país.

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