Meio ambiente derrota ‘ACM Motoserra’ em Salvador

MPs pedem que a União e a Caixa não façam novos repasses à prefeitura e que sejam suspensos os efeitos do “Certificado de Inexigibilidade de Outorga”, sob pena de multa diária de R$ 100 mil

O Ministério Público Federal na Bahia e o Ministério Público do Estado da Bahia ajuizaram nessa terça-feira, 12, ação civil conjunta contra a União, a Caixa Econômica Federal, o Município de Salvador, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e o Consórcio BRT Salvador. Os MPs requerem a declaração de nulidade do contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Salvador e o Consórcio BRT/Salvador e, liminarmente, a suspensão imediata das obras do BRT (Bus Rapid Transit ou Transporte Rápido por Ônibus, em tradução literal) na capital baiana.

Além de inadequado e de alto custo, a implantação do sistema de transporte coletivo BRT em Salvador, defendido pelo prefeito ACM Neto (DEM), provocaria a eliminação de centenas de árvores, muitas delas centenárias, o que revolta ambientalistas e a população. Confira abaixo mais detalhes na notícia a respeito divulgada pelo Ministério Público Federal na Bahia:

http://www.mpf.mp.br/ba/sala-de-imprensa/noticias-ba/brt-em-salvador-ba-mps-requerem-a-nulidade-do-contrato-e-a-suspensao-imediata-das-obras

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