Lula socializou a água, declaram camponeses

Por Franci Brito, dos Jornalistas Livres

Fotos por Franci Brito, para os Jornalistas Livres

Água, fonte de vida, sempre foi escassa na vida dos sertanejos. Foram nos governos de esquerda, única gestão pública a se sensibilizar por essa causa, que surgiram projetos que efetivamente amenizou o sofrimento de quem luta por água todos os dias.

De 2003 ao golpe de 2016, os Governos Lula e Dilma entregaram 1 milhão de cisternas à população vulnerável do semiárido do Nordeste. Os trabalhadores rurais reconhecem essa feitura, uma vez que “com Globo e tudo” Lula, indiscutivelmente, ainda é o líder máximo entre os eleitores do Sertão. Raimunda Paulina dos Santos, 79 anos, moradora do sítio Jati, região Centro-sul do Ceará, diz que criou 22 filhos “com muito sacrifício. Os açudes eram dos ricos e quando autorizavam a pegar água ficavam a uma distância de até 10 km de minha casa” disse ela, ressaltando que ia porque “não se pode deixar uma criança passar sede”.

Foto por Franci Brito, para os Jornalistas Livres

Eleitora mais entusiasmada do Lula, Maria Júlia do Amaral, 57 anos, indagava: “Pense numa coisa boa?”, dizia a camponesa informando que os pobres viviam no sofrimento, mendigando água. Hoje, cada residência tem uma cisterna de 16 mil litros de água e “pode ficar até dois anos sem chover que ainda temos o que beber. Mas aí vieram os ricos e prendem nosso Presidente”, ressalta a trabalhadora rural numa demonstração de que, no Nordeste, a democratização da água só foi possível com ações sociais do PT.

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