Baixa execução para primeira infância e distribuição de alimentos para pobres

Para distribuição de alimentos para indígenas, quilombolas, pescadores e acampados pela reforma agrária tinha a previsão de R$ 5,7 milhões e até o momento só 3% foi utilizado ou R$ 192 mil. Para aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar para promoção da segurança alimentar e nutricional de R$ 137,8 milhões e foram usados R$ 726 mil ou 0,5%.Para publicidadede R$ 12, 6 milhões já foi empenhado R$ 5,2 milhões.

O desgoverno permitiu caducar a Medida Provisória que cria o décimo terceiro para os beneficiários do Bolsa Família. No ano passado, o des-presidente permitiu fila monstruoso de processos no INSS e usou estes recursos para pagar o décimo terceiro para as pessoas que recebem o Bolsa Família.

O desgoverno até hoje não ampliou os R$ 3 bilhões para a bolsa família prometido nas medidas de combate ao coronavírus.No orçamento para 2020, houve o corte de R$ 3 bilhões e  o Supremo Tribunal Federal mandou zerar a fila de um milhão e meio de famílias, mas até o momento o governo não ampliou os recursos para este programa.

Até hoje, a ação Desenvolvimento Integral Na Primeira Infância – Criança Feliz que tem previsto R$ 485 milhões, mas só foi executado 0,6%. Esta ação visa  “ampliar a rede de atenção e o cuidado integral das crianças na primeira infância, considerando sua família e seu contexto de vida”.

Já para promoção da inclusão produtiva de famílias em situação de pobreza tinha R$ 7,5 milhões previstos e nenhum centavo foi gasto.

Para distribuição de alimentos para indígenas, quilombolas, pescadores e acampados pela reforma agrária tinha a previsão de R$ 5,7 milhões e até o momento só 3% foi utilizado ou R$ 192 mil. Para aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar para promoção da segurança alimentar e nutricional de R$ 137,8 milhões e foram usados R$ 726 mil ou 0,5%.

Já para fomento e fortalecimento da economia solidaria de R$ 17,8 milhões foi executado R$ 200 mil, ou quase nada. E para estruturação da rede de serviços do sistema único de assistência social (suas) de R$ 647 milhões nada foi gasto.

Para publicidade, no ministério da cidadania de R$ 12, 6 milhões já foi empenhado R$ 5,2 milhões.

Com decreto de calamidade, o desgoverno não pode congelar recursos e deveria aplicar estas verbas para minorar o sofrimento dos pobres.

Estes dados mostram que há programas que poderiam ajudar os mais pobres e os recursos não estão sendo usados e enquanto isto grande empresários quer reunir R$ 5 milhões para distribuir cestas básicas em 56 favelas temendo uma convulsão social.

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