Desgoverno: acordão com congresso nacional e pibinho

 

O Desgoverno faz acordão com o Congresso Nacional e a disputa pelos R$ 30 bilhões no orçamento federal teve um solução salomônica, ficando metade com a gestão do  desgoverno e a outra metade para o poder Legislativo.O desgoverno poderá congelar estes recursos sobre gestão do parlamento.Este acordão deve enfraquecer as manifestações marcadas para 15/3 de março.

E hoje o congresso Nacional manteve o veto e na terça feira vai analisar três projeto enviado pelo des-presidente.Pela proposta apresentada  o superávit primário de estado e municípios caiu de R$ 9 bilhões para zero, o que terá impacto nas eleições, visto que a despesa poderá crescer mais, especialmente investimentos.

O PLN 3, envolvido pelo desgoverno,prevê  a troca de emenda impositiva para despesa do governo de mais de  bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a saúde, R$ 1,6 bilhões da segurança pública e justiça, R$ 2,1  educação, R$ 1,6 bilhões para desenvolvimento regional,

O  desgoverno foi derrotado em outro veto da LDO 2020, que impede o contingenciamento  no fundo nacional desenvolvimento da ciência e tecnologia (FNDCT), Embrapa, Fiocruz, IPEA e IBGE. Na câmara o placar foi de 282 a 167  e no Senado de 50 a 15, a favor da derrubada do veto.

Outra derrota do desgoverno foi a aprovação na comissão de proposta  de criação do décimo terceiro salário para os que recebem bolsa família e BPC (Benefício de Progressão continuada).

Em 2019, o PIB brasileiro cresceu 1,1% e foi o menor nos últimos três anos. O PIB não cresce devido a queda do setor externo, especialmente das exportações, que puxou para baixo em 0,5% o crescimento do PIB e da queda  de 0,4% do consumo do governo. Para isto, é necessário rever a PEC do congelamento dos gastos e buscar aumentar os investimentos públicos. A linha do desgoverno não é esta e por isso, o baixo crescimento da economia.

A industria cresceu 0,5%puxada pela eletricidade (1,9%), Construção (1,6%), Transformação (0,1%) e com recuo de 1,1% da indústria extrativa. Os serviços tiveram seu crescimento puxado pela área de informação e comunicação (4,1%), atividades imobiliárias (2,4%) e comércio de (1,8%).Já a área da administração pública,, saúde e educação cresceu 0%.

Os impostos que aumentaram 1,5 ou 0,4% acima do crescimento do PIB, teve grande alta do imposto de importação (3,6%), IPI (2,4%) e ICMS (1,4%).

O crescimento de 1,8% no crescimento do consumo da família foi influenciado pelo crescimento de 14,45 de empréstimos, redução da taxa de juros – selic, crescimento da massa salarial e pagamento em setembro do abono do FGTS.

 

A taxa de investimento aumentou de 15,2% para 15,4%, porém é muito inferior as taxas entre 2010 a 2013 que estavam em 20%. A taxa de poupança caiu de 12,4 % para 12,2%, o menor percentual desde 2000. Com isto, a necessidade de financiamento pulou de R$ 168 bilhões (2018) para R$ 212,2 (2019), sendo o maior valor desde 2014.

A apresentação do desgoverno sobre o PIB aponta que de 37 países o Brasil foi o quinto pior e a Colômbia cresceu 3,3%, ou seja, o PIB brasileiro aumentou apenas  um terço do que este país sul americano cresceu.

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