Corte de R$ 5,2 bilhões do INSS para 2020 e fila dos pedidos de aposentadoria só cresce

Em 2019, com freio em concurso publico 610 mil funcionários ativos e em dezembro de 2018 era de 630 mil, uma queda de 20 mil servidores. A maior queda é  no INSS, pois  6.006 funcionários do órgão haviam se aposentado e só três haviam sido contratados.

A coluna dia a dia do desgoverno mostra que as filas de 2,3 milhões de pedidos de aposentadoria  é resultado da desastrosa política de Paulo Guedes e aponta corte bilionário no orçamento do INSS para 2020. Discute também o reajuste do salário mínimo e o estanho aparecimento de  R$ 8 bilhões de receitas um mês depois de sua aprovação pelo Congresso Nacional.

O INSS   informou  que há uma média de 900 mil pedidos de aposentadoria por mês e hoje o estoque dos pedidos é 2,3 milhões.

Já foram feitas duas tentativas de força tarefas, uma no governo Temer e  outra na do Bolsonaro e  as duas fracassaram.

E por que fracassaram?

Em 2019, com freio em concurso publico 610 mil funcionários ativos e em dezembro de 2018 era de 630 mil, uma queda de 20 mil servidores. A maior queda é  no INSS, pois  6.006 funcionários do órgão haviam se aposentado e só três haviam sido contratados.

E por isso Bolsonaro prevê colocar militares  reformados para resolver este problema até setembro e pretende gastar R$ 130 milhões.

Ou seja o des-presidente não pretende abrir concurso para repor os 6 mil servidores especializados do INSS? Vai contratar pessoas não especialistas e elas tem o poder de conceder aposentadorias e tem preparo técnico para isto?

E tem 4 mil auditores fiscais a menos na receita federal.

Para zerar fila governo deve gastar 9,7  bilhões. E de onde virá o dinheiro?

A dataprev, empresa pública que processa 50 bilhões de benefícios  e terá 500 ou 15% dos seus trabalhadores demitidos pelo desgoverno. Não seria melhor usar este funcionários que militares reformados.

2019 2020 VARIAÇÃO VARIAÇÃO
25303 Instituto Nacional do Seguro Social 15.190.000.065 9.978.166.083 -5.211.833.982 -34,31%

Paulo Arrocho Guedes, o popular corta direitos,  afirma que “servidor pedir aumento agora é insensatez” e confirma que em fevereiro envia reforma que acaba com a estabilidade do servidor público.

E também garantiu a reposição pela inflação do salario mínimo e afirma que o custo adicional deve ser de 2 a 3  bilhões, quando em matérias anteriores  era 1,9 bilhão. E fica a pergunta que a mídia não faz de onde vai sair este dinheiro, que áreas serão cortadas. A armadilha do congelamento do orçamento.

O desgoverno anunciou agora a noite que pagará os seis reais  a mais para repor a inflação do salário mínimo. O custo desta medida é de 2,3 bilhões e como o valor do salário mínimo no orçamento era 1031, este gera um gasto a maior de R$ 5,3 bilhões.

O Desgoverno anuncia que aparece misteriosamente um mês depois de informado uma receita misteriosa de R$ 8 bilhões. Ocorre que esta receita deveria estar no orçamento federal.

Desta forma, como provavelmente esta receita não vai se realizar, o desgoverno joga para contigenciar esta receita ou prever um  rombo maior daqui a alguns meses.

E por último Bolsonaro se antecipou para não ser derrotado, visto que os deputados avisaram que iriam aprovar a correção do salário mínimo pela inflação.

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