Cármen Lúcia suspende reajuste de 10,15% para professores paulistas

Professora usa a corruptela de Cármem Lúcifer para protestar contra mais esse absurdo

A Apeoesp ingressou com recurso contra a medida protelatória do Governo Estadual junto ao Supremo Tribunal Federal, que por liminar monocrática da presidenta, ministra Cármen Lúcia, suspendeu o pagamento do reajuste de 10,15% em nossos salários.

O reajuste é necessário para que São Paulo cumpra a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional.

É inadmissível que o mais rico Estado do país pague salários abaixo do piso, quando outros mais pobres (Maranhão, Piauí e outros) cumprem a Lei.

O Governo utilizou números impressionantes para convencer a Presidenta do STF a conceder a liminar, que nosso recurso do Sindicato de forma cabal.

“Na assembléia do dia 18 de maio, às 14h30, na avenida Paulista a nossa categoria irá analisar a situação é tomar as melhores decisões para que nossos direitos não continuem a ser desrespeitados”, afirmou a presidenta da Apeoesp, Bebel Noronha.

Veja a reação de da professora Sandra Brandini em seu perfil em uma rede social:

Você fica sabendo que a Carmem Lúcifer, em uma decisão monocrática, barra 10,5% de aumento dos professores, retroativos a janeiro de 2017. Decisão do Tribunal de Justiça de SP.
Detalhe: os PEB I ( professores do EF I) estão recebendo salários abaixo do piso nacional).
Essa é a locomotiva do país gerida ha quase 30 anos pelo mesmo partido(PSDB). Qualquer professor que olhe as pesquisas e vê Dória na frente, com certeza, sente vontade de chutar o balde. Que se dane tudo!
Desde de 2014 até maio de 2018, os professores tem uma perda salarial de aproximadamente 17% e o governo Alckmin se recusa a cumprir a lei do Piso Nacional do professores, que melhoria a qualidade da educação.

Não se pode alegar falta de dinheiro, visto que o governo paulista concede aos empresários somente de isenção de impostos mais de R$ 15 bilhões por ano.

Fácil falar de falta de recursos, mas o difícil é abrir os dados  das desonerações de impostos. O próprio Tribunal de Contas  aponta a falta de transparência nesta área.

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