Brasil, um país de sobreviventes

Não será dessa vez. Nem nunca mais.

Não importa o resultado do amanhã. Sim, tem suas muitas diferenças. De um lado diálogo. Ensinamentos e aprendizado. Espaço para a conversa (e isso não é pouco). Respeito ao diverso, sem menosprezo, sem “2° classe”.
De outro temos ódio. Raiva. Educação “virtual”. Medo da conversa – o diferente que se esconda, se refugie ou seja preso.

Mas o Povo Brasileiro. Povo, com P maiúsculo, (que pode até votar 17) já passou por coisa pior. Já sabe, de longe, como passar por cima desses que acham que podem submetê-lo. Palmares já ensinou. Dandara. Prestes. Marighella. Herzog. Brizola. Marielle.

Eles são violentos. E nós, temos amor. Mas com resistência. Com luta. Exigindo respeito.

Eles são exploradores. Estupradores. Escravagistas. Eles são aqueles que se apoderam das pessoas e as obrigam, de todas as formas, a obedece-los. O BRASILEIRO, aquele que nunca tem o direito de assumir sua nacionalidade (por ser europeu de menos), é, acima de tudo, o resistente. Os sobreviventes.

Cultivar a terra. Não explora-lá. Construir. Não explorar. Nosso Povo é maior. Iremos virar. Mas mesmo assim os dias não serão fáceis. Governo, ingovernável.

Mas já tiramos de letra. Não será dessa vez. Nem nunca mais.

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