Atiradores de Suzano cultuavam nazismo e pena de morte

Segundo estudantes e funcionários da EE Raul Brasil, os dois jovens atiradores que mataram adolescentes dentro da escola em Suzano, Guilherme Monteiro, de 17 anos e Luiz Henrique de 25, eram cultuadores de ideologias nazistas e armamentistas e costumavam dizer aos colegas que “bandido era bandido morto”, além disso, os rapazes defendiam publicamente a pena de morte.

Imagem de um dos atiradores. Na cintura: artefatos de guerra verdadeiros e de brinquedo.

As autoridades ligadas à Secretaria de Segurança Pública já possuem informações sobre a motivação do crime. Mas prometem informações para às 14 horas.

Muitos familiares de alunos que estavam no local da tragédia, não saem da porta da escola, aguardando informações desde o início da manhã. Até agora estão confirmadas 10 mortes.

Um caso como esse é, sem dúvida, o resultado do alimento de uma cultura de ódio que o Brasil vive contra o povo mais pobre.
Os atiradores fizeram um planejamento gigantesco e muito provavelmente “tomaram coragem” para executa-lo legitimados pelas posturas de ódio e violência, defendidas desde sempre por Bolsonaro, mas com atenção especial ao último período eleitoral e reforçadas pelo governador Doria, o mesmo que hoje fez cara de choro na porta da EE Raul Brasil.

Os Jornalistas Livres se solidarizam com as famílias das vítimas e estão dispostos a entender o perfil dos meninos atiradores por isso, pedimos a população de Suzano e outros territórios por onde os rapazes tenham passado, para que encaminhe mais informações sobre como eles se comportavam na cidade, sobre como era a relação deles com a ideologia nazista, para o e-mail [email protected] e garantiremos o sigilo da identidade.

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