O acerto de contas e a família tradicional brasileira, por Dirce Waltrick do Amarante

Tudo começou quando o pastor que batizou o presidente se casou com a tia de sua mãe, que era cunhada do seu pai, casado com sua irmã de sangue do lado materno, com a qual teve uma filha que era prima em primeiro grau do pastor, o qual era pai de sua filha e seu padrinho de casamento. Mas isso não vem ao caso, porque na igreja que frequentavam eram todos irmãos.
Egon Schiele

Por Dirce Waltrick do Amarante*

Tudo começou quando o pastor que batizou o presidente se casou com a tia de sua mãe, que era cunhada do seu pai, casado com sua irmã de sangue do lado materno, com a qual teve uma filha que era prima em primeiro grau do pastor, o qual era pai de sua filha e seu padrinho de casamento. Mas isso não vem ao caso, porque na igreja que frequentavam eram todos irmãos.

Mas tudo começou mesmo quando o pastor, depois de se casar com a mulher do presidente, foi batizá-lo nas águas do rio Jordão.

E tudo terminou ali mesmo no Jordão, quando o pastor ficou sabendo que a sua atual mulher, ex-mulher do presidente, havia recebido 89 mil reais do Queiroz, que era filho do amigo de seu concunhado, com o qual tinha uma dívida de gratidão.   

A viúva voltou a casar com o presidente e com o dinheiro do Queiroz compraram uma franquia de brigadeiros, pois gostavam mesmo era das forças armadas.

*Consteladora familiar.

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