Rejeição de Lula cai e de Sérgio Moro sobe na IPSOS/Estadão

Mais uma vez a rejeição de Lula vem caindo e isto é um indicador importante  de que  a narrativa de que há dois anos atrás houve um golpe contra o povo está crescendo. A esquerda conseguiu lentamente sair da defensiva e passar a ofensiva política e acertou em incorporar a desobediência civil pacífica.

Outro ponto importante, é que pode ser um indicador que aumenta a percepção da população da perseguição a Lula e da pena injustiça que o condenou.

Pesquisas recentes apontaram que pelo menos  metade da população já crê que houve um golpe  em 2016 contra a presidente Dilma.

Veja este trecho da  analise sempre brilhante de de Fernando Brito:

“Mesmo dentro da margem de erro, a desaprovação a Lula caiu 2 pontos em um mês (54 para 52%) e segue caindo desde os 68 pontos de junho do ano passado. E a aprovação sobe, passando, no mesmo período de 38 para 45%”.

Veja na integra na matéria do Tijolaço:

Mais uma pesquisa com Lula lá e o resto…

 

Barômetro Político Ipsos/Estadão, que não mede intenção de voto, mas aprovação e desaprovação aos personagens da cena política, em parte já com o impacto dos bloqueios de estrada, mostra que a tendência eleitoral do brasileiro segue apontando Lula, disparado, como o político menos rejeitado e, sobretudo, mais aprovado, entre os nomes apresentados à eleição presidencial.

Mesmo dentro da margem de erro, a desaprovação a Lula caiu 2 pontos em um mês (54 para 52%) e segue caindo desde os 68 pontos de junho do ano passado. E a aprovação sobe, passando, no mesmo período de 38 para 45%.

Seu principal adversário – que, óbvio, não são os demais presidenciáveis, mas o juiz Sérgio Moro, segue trajetória inversa. Há um ano,  era aprovado por 69% dos entrevistado e reprovado por apenas 22%. Hoje, estes números inverteram-se: 50% de reprovação e 40% de aprovação.

Dos demais candidatos mais destacados, a diferença entre reprovação e aprovação nunca é menos que o dobro, de Marina Silca (61% reprovam  para 30% que aprovam) até o quádruplo (Geraldo Alckmin, a quem 69% reprovam e 17% aprovam).

Pior para eles: todas as taxas de rejeição- exceto a de Lula, que se reduz – crescem de um ano para cá.

Lula vai impondo sobre a mídia e a Justiça a convicção de que sua condenação é política e, portanto, mantendo sua posição de referência da população.

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