O parasita e a “festa” das viagens das empregadas domésticas

A coluna dia a do desgoverno comenta as declarações de Paulo Guedes sobre funcionalismo público e mostra relativa estabilidade com o gasto com funcionalismo público que em 1997 era 4,2% do PIB e em 2019 chegou a 4,3% do PIB. Aponta a política de arrocho do desgoverno que para 2019 deixou de aplicar 5,7 bilhões e para 2020 serão mais 5,8 bilhões a menos.

A coluna dia a do desgoverno comenta as declarações de Paulo Guedes sobre funcionalismo público e mostra relativa estabilidade com o gasto com funcionalismo público que em 1997 era 4,2% do PIB e em 2019 chegou a 4,3% do PIB. Aponta a política de arrocho do desgoverno que para 2019 deixou de aplicar 5,7 bilhões e para 2020 serão mais 5,8 bilhões a menos.

Documento do próprio Tesouro Nacional mostra que o gasto com pessoal, que inclui aposentadorias, caiu de 25% (2017) para 23% (2019) da receita corrente líquida.

Aponta que ao contrário do divulgado, a despesa discricionária no ano passado cresceu de 1,9 para 2,3% do PIB, mas a queda na educação de 3,2 bilhões, na saúde de 250 milhões e crescimento de 4,2 bilhões para a defesa.


Aponta o fake news do crescimento da economia em 2019, quando o varejo teve queda de 0,1% em dezembro.
A subida do dólar representa a desconfiança ante a política econômica do atual desgoverno e agora foi transformada em política governamental, mesmo com as exportações em queda e sinaliza que deve continuar a queima das reservas internacionais que Lula e Dilma deixaram.
E que o MEC jogou fora R$ 2,5 milhões para a propaganda da carteirinha estudantil que daqui a três dias vai perder a validade e se quer tramitou pelo congresso Nacional.

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