Não suba no foguete

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A figura que acena não é a sombra que espreita. O guarda belo dá espaço a um batalhão de homens de preto, jovens simples vestindo ternos fora de medida. Segurança particular, devotos? Não sei, a tudo vigiam em dia de marcha para Jesus.

Brasília, espaço público por natureza. 

Logo cedo leio o recado: não sente no foguete.

Pairam tantas vontades e dúvidas no eixo da capital. Caminhões imensos rodam nas vias falando de Deus.

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Outras marchas vão se formando, barreiras, trincheiras.

Sigo com os meus, plumas na mente, tinta na pele.

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Imagens por Helio Carlos Mello

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crônica
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