Ato de acolhida à educação no campo ocupa São Joaquim de Bicas (MG)

Articulações da área da educação se reúnem com o Acampamento Pátria Livre e com o Acampamento Zequinha na cidade de São Joaquim de Bicas

Religiosos, sindicatos parceiros, e articulações da área da educação se reúnem com o Acampamento Pátria Livre e com o Acampamento Zequinha na cidade de São Joaquim de Bicas para protocolar as pautas da Escola Itinerante Elizabeth Teixeira e da educação na cidade e mostrar apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na região.

Josimar Aquino, do Acampamento Pátria Livre, afirma a importância de estar próximo à classe trabalhadora da cidade e dos professores. “Nós estamos indo em direção à Câmara Municipal para mostrar a força do nosso povo e a unidade do campo popular ao longo deste 1 ano de luta”, contextualiza.

Os trabalhadores da educação também apoiam a marcha e se somam à luta em frente à Câmara Municipal dos Vereadores. Eles aproveitam a assembleia da educação para reivindicar melhores condições de trabalho, para demonstrar a unidade entre as lutas. “Educação, terra e trabalho são direito das pessoas, nós somos trabalhadores do campo e da cidade e lutamos por melhorias coletivas.”, afirma José Luis Rodrigues, da direção estadual do Sind-UTE.

O MST de São Joaquim de Bicas, representado pelos Acampamentos Pátria Livre e Zequinha, exige que se inicie a educação básica na Escola Elizabeth Teixeira, pois é direito do campo ter escola próxima de casa e não há espaço nas escolas da cidade para as crianças acampadas.

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