Sem moleza para Flávio Bolsonaro

Depois do pai ter declarado, que caso o filho tenha cometido algum crime, terá que arcar com as consequências, o STF libera a retomada das investigações sobre movimentações financeiras de Flávio

Flávio Bolsonaro, em 2016, no momento em que começa a passar mal em debate eleitoral, ao vivo na TV. Ao seu lado, a deputada federal Jandira Feghali (PC do B- RJ)

A cada hora um “flash” diferente na história do país.

Dessa vez, o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, já acordou para as suas atividades, com a sabedoria de negar, nesta sexta (1º), um pedido do deputado estadual, senador eleito e filho do presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), para suspender as investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suas já tão conhecidas e estranhas movimentações financeiras. Queiroz, o motorista do parlamentar também é personagem central dessa história.

A COAF, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, como vocês já sabem, adjetivou como “atípicos” os movimentos de Flavinho com seu ex-motorista e vendedor de carros, o Queiroz: R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz e também na conta de Flavinho. Num só mês: foram 48 depósitos em dinheiro, no total de R$ 96 mil, de acordo com o Coaf.

Flavinho, Flavinho, explica logo pra gente como ter tanta disposição física para fazer 48 depósitos em um mês? Pelo menos isso vai! E não passa mal de novo, não!

Abaixo, imagem de debate eleitoral, onde Flávio passou mal em 2016 e foi amparado pela deputada federal Jandira Feghali (PC do B- RJ) 

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Um comentário
  • Sandro Pavezzi
    1 fevereiro 2019 at 12:46
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    Entao o problema com debate e hereditario.

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