João Amoêdo diz que lei que socorre artistas na pandemia é privilégio do setor

O projeto, batizado de lei Aldir Blanc, garante que R$ 3,6 bilhões do Fundo Nacional de Cultura possam ser destravados e destinados a estados e municípios para socorrer artistas que perderam toda a renda durante a pandemia

Da agência Saiba Mais

Ex-vice-presidente do Unibanco e candidato à presidência da República em 2018 pelo Novo, João Amôedo afirmou que a lei de emergência cultural aprovada nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados é um privilégio do setor.

O projeto, batizado de lei Aldir Blanc, garante que R$ 3,6 bilhões do Fundo Nacional de Cultura possam ser destravados e destinados a estados e municípios para socorrer artistas que perderam toda a renda durante a pandemia, além de custear espaços culturais que estão à beira de fechar em razão da falta de público.

Os artistas, inclusive, serão os últimos a voltar a trabalhar porque dependem do público e da autorização para a reabertura de espaços e a retomada de atividades que, geralmente, provocam aglomerações de pessoas.

O Novo foi o único partido que orientou o voto contra o projeto de autoria da deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ) e relatado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ).

Leia o que escreveu João Amoêdo no twitter:

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