Violência e armas nas urnas

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De sua cama no hospital, às lágrimas, em entrevista ilegal porque porque a concessionária pública de TV não disponibilizou espaço semelhante aos concorrentes como exige a lei eleitoral, o “coiso” dizia que sua campanha nunca havia difundido o ódio.

Hipocritamente, em outra entrevista ilegal a uma emissora que havia recém anunciado apoio oficial à sua candidatura, o que também é ilegal, quase jurava ter sido sempre um sujeito de paz, alvo de fake news, mas admitia que não controlava seus seguidores. Bem, na manhã desse dia de votação um de seus filhos, via rede social, estimulou os eleitores a filmarem e fotografarem locais de votação, o que também é ilegal.

Aparentemente os bolsominions estão atendendo ao apelo, mas ao invés de relatarem problemas nas urnas, estão escancarando seus próprios problemas de caráter e, mais uma vez de forma ilegal, estão fotografando e filmando armas dentro das cabines de votação.

Obviamente, com a guerra de fakenews e desinformação que estamos vivendo, algumas imagens podem ser falsas. Mas o acesso, hoje, a urnas eletrônicas com o sistema de votação mostrando candidatos reais é bastante restrito. Exortamos as autoridades a apurarem as ilegalidades e punirem exemplarmente os criminosos. E esperamos que eleitores que rejeitam a violência e estão iludidos com promessas de que o acesso a armas seja a solução percebam o quanto antes o risco que corremos com um candidato que de fato estimula o ódio.

Armas

Trata-se claramente de uma provocação a quem defende uma política sem ódio e sem armas. É a escalada do fascismo! Mas estamos atentos. #FascistasNãoPassarão!

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornalistas Livres

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