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Acontece em Caracas esta semana o Laboratório Criativo Facção que reúne artistas, ativistas e militantes da Venezuela e de outros países da América Latina para reinventar em comum as narrativas e a estética da revolução.

Determinadas a aprofundar a construção do poder popular em nosso continente, diversas organizações latino-americanas estão presentes na capital venezuelana para defender as conquistas sociais desta década que colocou nossa região na vanguarda mundial da redução de desigualdades e impactou diretamente na vida da maioria do povo pobre condenado historicamente à exclusão.

O século XX concentrou populações em grandes metrópoles, num modelo absolutamente insustentável de grandes cidades cujo esgotamento é mais que evidente. Por isto mesmo o século XXI nos exige a máxima criatividade para postular novos modelos de vida comum e novas formações urbanas e rurais, capazes de assegurar não só a sustentabilidade ambiental como também a felicidade humana e o gozo da experiência do tempo na vida dos seres humanos.

Diferente daqueles que vêem na revolução bolivariana uma materialização do passado, o que se tece na Venezuela são redes comunais de uma nova organização social, democrática e ambientalmente sustentável.

É verdade que a ignorância e o desconhecimento alimentam vários preconceitos em relação à revolução na Venezuela. O processo iniciado por Chávez, além de material, é afetivo, estético e cultural. Complexo e imperfeito, como é imperfeito tudo o que é humano.

Diante da crise que caracteriza este início de século, o chavismo comunal torna-se uma alternativa de futuro. Novos imaginários políticos para uma nova humanidade.

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