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Voltava ontem da aldeia Tekoa Ytu, às margens da cidade de São Paulo, quando amiga me mostrou postagem em rede, de mineiro doido, a ver dragões onde só voam urubus, e vez ou outra algumas aves migratórias, ou macaco querendo galho. Dizia a mensagem que entre os indígenas estariam tantos infiltrados, vestidos de índios, para causar a barbárie:

Como é vestir-se de índio, pergunta meu corpo indeciso.

Minha amiga me alerta também que Moro, o ministro, autorizou a vigilância intensa na esplanada da capital, traço livre de arquiteto, querendo ordem e disciplina.

Sei que esse mundo anda insano, mas não esperava tantas maluquices no final da quaresma.

 

Reflito sobre falsidades a voarem, de um céu para outro, informando mentes aflitas ou vazias, criando falsos fatos, assustando à incautos.

Nem direi muito, pois insanidades não devem consumir nosso tempo escasso para leituras, mas no caminho da aldeia, afirmo e confirmo, havia alguns beija-flores, algo Oswaldiano, é fato.


De resto, tudo instiga um ralo, mediocridades, assombro.

É tudo verdade num planeta que sei, e tudo é vida que roda, apenas.

COMENTÁRIOS

  • Hélio Carlos, como gosto dos seus artigos !
    Só não consigo descobrir se você é um escritor que camufla um poeta ou se é um grande poeta de lindos textos…
    Abração.

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