Médicos reinvindicam melhores condições de trabalho na cidade de São Paulo

Com o avanço das contaminações pela ômicron e pela gripe influenza (H3N2), as unidades estão superlotadas, faltam medicamentos e também profissionais de saúde que foram infectados.
FOTO: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM - AGÊNCIA BRASIL

Por: Cauê Porcé

Os médicos das APS ( Atenção Primária à Saúde), da rede municipal de saúde de São Paulo, decidiram em assembleia na madrugada desta sexta feira, 14 de janeiro por entrar em greve pelas péssimas condições de trabalho.

Com o avanço das contaminações pela ômicron e pela gripe influenza (H3N2), as unidades estão superlotadas, faltam medicamentos e também profissionais de saúde que foram infectados.

De acordo com o SIMESP (Sindicato dos Médicos de São Paulo), entre as reivindicações estão a contratação de mais profissionais e o pagamento de horas extras. Além disso, o sindicato divulgou em carta aberta a falta de medicamentos contra covid e influenza.

Foi estabelecido prazo para que a situação seja resolvida até o dia 17 (segunda-feira), caso contrário a paralisação deve ser revista pela categoria.

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