A dor da perda amplificada com a dor da injustiça

No dia 6 de outubro de 2016, Ato em Memória aos 24 anos do massacre do Carandiru, que percorreu as ruas do centro de São Paulo e terminou em frente do Tribunal de Justiça na praça da Sé, foi marcado ela dor e pela angustia diante da anulação do julgamento, no dia 27/09, dos 74 PMs condenados pelo no massacre.

Familiares de vítimas, representantes dos movimentos Mães de Maio, Mães do Cárcere, Mães de Osasco e ativistas foram da av. Tiradentes à praca da Sé para protestar contra a impunidade pelos 111 presidiários mortos em outubro de 1992, na extinta Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru.

“Com julgamentos dos envolvidos sendo anulados ao longo dos 24 anos pós-massacre do Carandiru, os pedidos de justiça que entoaram a marcha não aparentavam ter o destino certo para serem atendidos. O que importava é que o grito por justiça precisa ser gritado quando tudo o que querem é o silêncio. A dor da perda amplificada com a dor da injustiça e da justiça que não é justa com todos segue forte, assim como os sentimentos de inquietação e luta. ”

 

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