Se eu morrer, digam meu nome

A coluna “Café com muriçoca” é um espaço de compartilhamento literário dos Jornalistas Livres. Hoje a crônica é “Se eu morrer, digam meu nome” de Dinha.

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Doria resiste em honrar mortos da ditadura

Depois da audiência de conciliação feita de forma pública no próprio DOI-Codi, o Governo do Estado terá que apresentar, em 90 dias, contraproposta à reivindicação do Ministério Público, que quer que o imóvel vá para a Secretaria de Cultura e o processo de tombamento de 2015 tenha continuidade, transformando definitivamente a atual delegacia em um centro de memória sobre os crimes cometidos pela ditadura militar

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Abolição de Fachada

A abolição não foi acompanhada de nenhuma política pública minimamente capaz de amenizar as consequências maléficas do escravismo.
Artigo de Daniel Höfling •
Fotografia: Maxwell Vilela

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