Projeto Futuro do Presente, Presente do Futuro #5 – Carol Quintanilha: Reflorescendo

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Reflorescendo

Com este passar de tempos estranhos, estou começando a ficar mais otimista.
Impossível realisticamente. Mas utopicamente, para conseguir viver.
Estudando sobre possibilidades de mundos novos que florescerão.
Das ideias novas que crescem nas cabeças dos artistas,
renovadores de sonhos.
Dos nossos corpos, do corpo dos nossos filhos.
Precisamos voltar a sonhar
Se a distopia é possível. A utopia também pode ser!

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

Carol Quintanilha

 

Para conhecer mais o trabalho de Carol Quintanilha: www.carolquintanilha.com.br

 

O projeto Futuro do Presente, Presente do Futuro é um projeto dos Jornalistas Livres, a partir de uma ideia do artista e jornalista livre Sato do Brasil. Um espaço de ensaios fotográficos sobre esses tempos de pandemia, vividos sob o signo abissal de um governo inumanista onde começamos a vislumbrar um porvir desconhecido, isolado, estranho mas também louco e visionário. Nessa fresta de tempo, convidamos os criadores das imagens de nosso tempo, trazer seus ensaios, seus pensamentos de mundo, suas críticas, seus sonhos, sua visão da vida. Quem quiser participar, conversamos. Vamos nessa! Trazer um respiro nesse isolamento precário de abraços e encontros. Podem ser imagens revistas de um tempo de memória, documentação desses dias de novas relações, uma ideia do que teremos daqui pra frente. Uma fresta entre passado, futuro e presente.

 

COMENTÁRIOS

POSTS RELACIONADOS

Hoje Maria Marighella é a entrevistada no Programa JORNALISTAS LIVRES ENTREVISTA. Atriz, mãe, militante e produtora cultural. Herdeira de uma família de tradição militante. Maria

Quem segura essa quebrada

Quem segura essa quebrada?

O Café com Muriçoca de hoje traz duas indicações de livros: “Viela Ensanguentada”, de Wesley Barbosa, e “O Pé que ficou naquela estação”, de Nina Barbosa.

A POSSE, COMO CULTURA

Augusto Boal (in memoriam 2002) nos lembra a importância da ocupação das ruas e espaços públicos pela cultura. E por meio dela, transmitir pelos sentidos – e não só pela razão – a transformação de palavras e promessas.