O presente é mulher, o futuro é uma criança

As mulheres indígenas não querem mais estarem sós nas cozinhas de suas aldeias, há tanta ideia na fumaça nova de suas fogueiras. Há um fogo que aquece e ilumina, entre redes, que alimenta o não silenciamento das vozes, tudo grita e brilha um futuro.

Mulheres indígenas se reúnem na troca de relatos de experiências e vontades
Indígenas Fulni ô fazem melodia no ATL
Mulheres Kayapó entoam seu canto de persistência
Dezenas de etnias se unem à frente da tenda do Acampamento
A juventude indígena ocupa o território de um novo saber
Mulheres anciãs conduzem a melodia do novo tom dos tempo
Lideranças das mulheres encantam os índios em movimento

Livres avançam, com os homens fazem escuro, mas cantam.  Unidas ocupam o território da voz indígena no espaço do poder, contra o desmatamento. Fica estabelecido a partir de agora um DESMATAMENTES.

Como árvore do cerrado, as mulheres revelam as raízes profundas de sua cultura

Seguem com seus filhos, tão lindos, tudo é uma atitude, vontade no amanhã.

imagens por Helio Carlos Mello – Jornalistas Livres

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