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Metade das unidades não tem biblioteca e sala de informática
O recente “desajuste” do piso salarial dos profissionais do magistério público da Educação Básica e a urgência de sua revisão
O sistema não falha: considerações sobre ancestralidade e educação
Reforma da reforma do Ensino Médio e a perpetuação da catástrofe. O Substitutivo ao PL 5.230 aparenta querer se vingar daqueles que ousaram questionar o destino traçado pela modernização conservadora com vestes atualizadas de neoliberalismo progressista. Não aceita a audácia de estudantes, educadores, sindicatos e especialistas, que ousaram lutar e questionar o óbvio. Reduz a carga horária destinada à formação científica, humanística e cultural; dificulta o acesso dos estudantes das redes estaduais públicas ao ensino superior; propõe formação técnico-profissional aligeirada; precariza as condições de trabalho e de formação dos educadores; perpetua o subfinanciamento da educação; e favorece a transferência de recursos da escola pública para a iniciativa privada. Oferece mundo invertido para o estudante da escola pública, mas preserva, como sempre, discentes dos estabelecimentos privados.
Diante das desigualdades educacionais históricas no Brasil, tentativas de ampliar o número de estudantes egressos da rede pública no ensino superior é louvável. Mas não seria mais eficiente se o governo do Estado de São Paulo aumentasse as vagas destinadas ao testado e experimentado Enem, ao invés de tirar da cartola mais um exame eivado de contradições?