A luta dos indígenas dos EUA para conter a mudança climática

O ativismo ambiental de Winona LaDuke, líder dos Ojíbuas de Minnesota

A luta dos indígenas da América do Norte para conter a mudança climática

Parte 1 de 3

Enquanto líderes mundiais dirigem-se à Polônia, para a cúpula da ONU sobre mudança climática, DemocracyNow! olha para a luta liderada por indígenas contra oleodutos destrutivos e o potencial revolucionário do “New Deal Verde” com Winona LaDuke, líder ambiental dos Ojíbuas, povo originário dos EUA e Canadá, e diretora executiva do grupo Honor the Earth (Honra a Terra). Ela vive e trabalha na Reserva White Earth (Terra Branca) no norte de Minnesota.

Tradução e edição de Rafa Yamamoto para os Jornalistas Livres

Parte 2 de 3

Winona LaDuke descreve seu território cheio de lagos e vida selvagem:”Eu moro em um lugar onde ainda há vida. E assim, aquele lugar é o norte de Minnesota, coberto por tratados territoriais – 1855, 54, 37 e 42 – cheio de arroz selvagem, cheio de lagos, lagos dos quais você ainda pode beber. Lagos que você ainda pode beber. É onde eu moro.” A ativista ambiental detalha o “Green New Deal” (Novo Acordo Verde) que propõe: “Precisamos de um novo acordo que construa infraestrutura para pessoas e não para empresas de petróleo.”

Tradução e edição de Vinicius Barbosa para os Jornalistas Livres

Parte 3 de 3

Winona LaDuke fala das catástrofes de proporções bíblicas e do homem de cabelo laranja: “Sabe, ao sul, você tem as grandes inundações. Para o oeste, toda a costa oeste está em chamas. Para o norte, o gelo está derretendo e os ursos polares estão comendo uns aos outros. E para o leste, você tem um homem louco com cabelo laranja cuja música tema parece ser “Burning Down the House” (Pondo fogo na casa) de Talking Heads.”

Tradução e edição de César Locatelli para os Jornalistas Livres

Entrevista publicada por DemocracyNow.org

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Meio Ambiente
Um comentário
  • Luiz Carlos P. Oliveira
    10 dezembro 2018 at 18:52
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    O Cacique Seatle, em carta ao presidente americano, lá pelos idos de 1850, já dizia que “tudo que o homem fizer à Terra Mãe lhe será cobrado”. Leiam a carta na íntegra. Nada mais atual, escrita por um “selvagem” há quase 170 anos.

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