Tremei portugueses, os brasileiros estão chegando!

Dinheiro injetado no mercado imobiliário português antecipa a chegada de uma cultura violenta, desmedida e que, em médio e longo prazos, irá se infiltrar na estrutura de Estado

Por Homero Gottardello, jornalista

A crise desmedida pela qual o Brasil passa e que, muito em breve, pode respingar nos portugueses, não advém só de fatores políticos, de um processo de desindustrialização, de uma orientação econômica neoliberal, da decadência moral ou do avanço da pobreza no hemisfério Sul. A crise que se aproxima da inconversão é fruto do empobrecimento cultural, da inanição intelectual que acomete a esmagadora maioria da população brasileira e que avançou na velocidade da luz, na última década.

O mundo ainda tem uma visão romântica do país, um olhar complacente que foi influenciado pelo livro “Brasil, País do Futuro”, escrito por Stefan Zweig no final dos anos 30 do século passado. Trata-se de uma obra de cunho ufanista, que enaltece as virtudes que, à época, o autor – um judeu-austríaco que fugiu do nazismo e se radicou no Rio de Janeiro – enxergou em uma nação ainda estranha para o mundo desenvolvido, cercada de exotismo, mas que, hoje, não encontra o menor fundamento.
O brasileiro se firmou, nas duas últimas décadas, como um povo violento, corrupto, impolido e que, quando pode, foge de si mesmo. A elite rastaquera – do francês “rastaquoére”, que remete aos estrangeiros que vivem à grande, com rendimentos de origem suspeita – está, agora, fazendo o caminho inverso de Cabral, gastando parte de sua dinheirama em imóveis lisboetas, para garantir uma distância de segurança em relação ao Brasil, sem ter que cortar o cordão umbilical que nutre suas contas bancárias.

Os portugueses, desavisadamente, não fazem ideia do perigo que correm, do estrago que, em muito ponto tempo, essa aristocracia tupiniquim fará em sua terra. Infelizmente, os portugueses desconhecem por completo o poder de destruição dos fidalgos brasileiros, bem como as formas pouco republicanas que usam para invadir, tomar e dizimar a estrutura de Estado.
Esta gravíssima ameaça pode ser atestada, quando confrontamos as impressões de Zweig com a situação que o Brasil atravessa, hoje, contrapondo as perspectivas do autor com a inegável realidade que, não à toa, motiva o êxodo daqueles que têm condições de fugir. Zweig afirmava “gozar”, no país, da “segurança da paz”, o que é compreensível para quem fugira de um dos mais violentos teatros de operações da Segunda Guerra Mundial. Mas o Brasil está longe de ser um lugar seguro e pacífico. Ao contrário, foram registrados mais de 65 mil homicídios no país, em 2017, e no ano passado, em plena pandemia, as vendas de armas de fogo cresceram 120%. Em 2020, o Brasil registrou 181 estupros por dia – um ano antes, em 2019, o país registrou um estupro a cada oito minutos.
Estes são números oficiais do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e do Datasus, do Ministério da Saúde. Sabe-se, no entanto, que as próprias dimensões continentais do país, bem como a precaríssima estrutura de Estado nas regiões de menor densidade demográfica, acarretam a subnotificação destes números que, na prática, são ainda mais alarmantes.
Zweig também alardeou as riquezas naturais brasileiras, seu “solo opulento e intacto, do qual apenas a milésima parte foi explorada”. O autor, se estivesse vivo, ficaria alarmado com a degradação ambiental que se seguiu, em apenas oito décadas. Nem a pandemia impediu que, em 2020, o Brasil registrasse um recorde no desmatamento da Amazônia, que cresceu 30% em relação ao período anterior. Mais de 8 mil quilômetros de área verde da floresta, simplesmente, desapareceram. É como se todo o “Baixo Alentejo” fosse reduzido a pasto para a pecuária, em 12 meses. Hoje, só Filipinas e África do Sul ficam atrás do país, como os três últimos colocados de um ranking (global) ambiental, social e anticorrupção.
E é exatamente essa mentalidade que aporta em Portugal, aquecendo o mercado imobiliário naquilo que, em princípio, parece ser um bem-vindo aporte para a economia local.

Oscar Pereira da Silva retratou em 1904 o desembarque de Cabral na região de Porto Seguro. Agora o desembarque se dá em Portugal

Religião

O que os portugueses sequer desconfiam é que, assim que firmar o pé em solo europeu, a “elite” brasileira vai implementar, na terra de Camões, seu modelo de negócio no próprio setor imobiliário. No Brasil, a Lei 8.245, de 1991 (a Lei dos Aluguéis) é omissa quanto ao índice de reajuste anual, deixando para o mercado a escolha de um indexador. Só nos últimos três anos, os reajustes chegaram a 30% e não há o que os inquilinos possam fazer, além de procurar a Justiça – que, no país, não é gratuita para toda a população e, quando o assunto é moradia, impõe custos para o reclamante. Não há que se esperar nada diferente da rapinagem, quando legisladores “made in Brazil” conseguirem vaga na Assembléia da República – o que não será difícil, a médio e longo prazos, para quem possui a “expertise” política brasileira.
A tolerância religiosa também foi pintada em cores de uma aquarela por Zweig, que viu na “gente de boa índole, a religião indissoluvelmente presa a alegria”. A morte prematura – Zweig suicidou, em 1942 – livrou o autor da visão cataclísmica do avanço das igrejas neopentecostais que, no Brasil, são uma espécie de versão ainda mais odienta das seitas cristãs norte-americanas. Parece mentira, mas já existem igrejas evangélicas que controlam o tráfico de drogas, nas favelas do Rio de Janeiro. Ou seja, não bastasse a forma absurda com que estas verdadeiras quadrilhas extorquem dinheiro dos fiéis, algumas delas vêm se juntando ao crime organizado para acobertar ilegalidades das mais variadas, do comércio de cocaína e crack à venda de áreas públicas e construção de imóveis (prédios com até cinco andares) em terrenos invadidos.
Portugal é um país pequeno, diante da extensão do Brasil, e sua população é menor que a das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A mudança de 10 mil, 15 mil brasileiros para Portugal, o que seria muito fácil de vir a ocorrer, se uma guerra civil eclodisse no país, representaria uma verdadeira invasão. E isso não é difícil de ocorrer, até porque os brasileiros já respondem pela aquisição de 20% dos imóveis portugueses vendidos a estrangeiros. É preciso, urgentemente, se dar conta de que a “elite” brasileira que ameaça aportar em Portugal não é formada por um substrato diferente do que compõem as estatísticas acima. É um povo descomedido, hostil e indomesticável – só que com dinheiro para gastar.
Ignorar o risco de sua chegada e deixar de impor limites, preventivos, a essa horda é o mesmo que entregar uma sociedade e sua cultura milenar à barbárie. E que ninguém espere nada diferente disso…

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornalistas Livres

COMENTÁRIOS

  • Concordo. Sou brasileiro, vejo tudo isso. Temos uma elite imbecil e idiota, burra nos mais parcos conhecimentos e, por incrível que pareça, boa parte dela é herdeira dos dignitários e eminentíssimos donos das capitanias hereditárias. Não há como fugir disso. Quem Portugal trouxe para cá? Os mesmos salafrários que hoje resistem às leis ou delas, fazem seus quinhões escusos para voltar e aportar em Portugal. Fogem, covardemente, dos governos que elegem e das leis que proclamam. Portugal não colonizou, extorquiu e acumulou para quitar suas dívidas externas. Concordo de novo quando fala da religião: mas “o que fizeste João? Falo o que me dizem e como o que me dão, vou para Mafra cantar cantochão!” Lembra alguma coisa? Concordo outra vez: os poderes públicos e religiosos são uma ameaça ao bom senso e às leis; inebriam, iludem, traficam, mentem, e acumulam mais…Talvez se continuássemos índios, seríamos mais felizes, sem nada disso. Essa é a utopia que Zweig não viu, porque estava em Copacabana.

    • Ah! estava em Copacabana. Mas, se fosse parte das classes miseráveis em Bangu ou Madureira ou na Baixada, teria como expressar e fazer conhecer seu pensamento?

  • O neopentecostalismo é o novo fascismo já alertava Umberto Eco, em 2006, em um livro chamado Intolerância!!!

  • Que lástima! Chorei lendo esse artigo! Nosso Brasil! O que fizeram com ele! 😪

    • Há muito equívoco, há muito preconceito. Há problemas na formação de um povo por todo lado. Os portugueses não são bobos. Bobo é que pensa isto deles.

  • Um forma de imigração bastante utilizada por eles durante a colonização, mandar para cá os degredados e toda gama de bandidagem, agora eles estão voltando às origens com a bagagem que foi herdada e desenvolvida culturalmente. Mas os europeus são pragmáticos e vão saber lidar com esta situação. A bucólica Portugal também tem seus monstros e pessoas que zelam para que eventuais erros comportamentais não se estendam na Pátria Colonizadora.

  • Quanta asneira… não entende nada do que é Portugal….afff

  • Que tipo de matéria é essa? Só pode ter saído de um jornalista comunista desinformados como esse Homero Gottardello. Eu moro em Portugal há 1 ano e meio e não vejo nada disso aqui. Os Brasileiros que aqui estão são trabalhadores, e honestos, eu sou militar reformado sou apoiador de Bolsonaro e não sou bandido. A desinformação que essa matéria traz, é fruto de quem não faz um jornalismo sério, e que por algum recalque fala mal do Brasil e dos brasileiros, nem todos são iguais, você está generalizando, como se todos fossem iguais, tome vergonha na cara, seja mais patriota e não seja um lixo como o lixo que é essa matéria.

    • Só por seres apoiante do louco genocida Bolso, não mereces estar em Portugal! Volta para o “paraíso do miliciano”!

    • A carapuça serviu direitinho hein!? Nem todas as pessoas que votaram em Bolsonaro não são pessoas ruins ou de má índole; mas todo pilantra, mal caráter que eu conheço votou em Bolsonaro. Isto é fato.

    • Bolsonaro é um idiota. Você vomitou no texto hein. Claro. O que se esperar de militar.

    • Você diz que é patriota e nem mesmo mora no Brasil.
      Ainda bem, sendo bolsonarista, aqui vc não fará falta.

    • E eis que vemos exemplar do tipo de pessoa que o texto alerta…. “cidadãos de bem” zucas são um perigo

    • Mas, como assim?! Teu Cuverno está no poder e não te sentes seguro no teu país de berço? Por que não volta, já que é tão patriota? Haja visto que está aposentado para dar uma mão na organização da vacinação, muito lenta e caótica(aplicando vento no povo que tanto trabalhou e lutou)- um pouco de serviço voluntário faz muito bem pra passar o tempo quando tem pouco a se fazer, pense nisso. 😉

    • É apoiador do Bolsonaro e tá morando aí, meu querido? Volta pra cá ver o que seu presidente está fazendo a gente viver. Trouxe o pior dos anos 80 de volta, vem aqui fazer mercado pra vc ver. Patético. O texto tem xenofobia sim, mas a parte em que se refere à elite brasileira tá certinha: como vc, elegeu esse monstro e depois vai embora do país.

  • Não faço a defesa da nossa elite e não conheco a nacionalidade do autor. Mas ele peca pela generalização e coloca todos no mesmo saco. Muito ruim.

    • Comentário absolutamente imbecil, fruto de ignorância e preconceito histórico.

  • Texto xenófobo, criminoso e que ignora os milhares de imigrantes brasileiros que têm gerado riqueza para Portugal. Espero que esse “jornalista” seja processado e denunciado em Conselho de Ética.

    • No fundo… no fundo, isto é a realidade, temos uns 20 a 30% dos brasileiros perfeitos fascistas e são está corja que está mudando para Portugal .

  • Como brasileiro (e português) estou perplexo com o desconexo da estapafúrdia “argumentação”.
    É uma mistura de André Ventura – o xenófobo radical – com o agora ilibado Sócrates – o casto.
    Faltou apenas olhar para o próprio umbigo e se deliciar com a decadente burguesia lusitana.
    Enquanto viveram às custas das colônias, tudo funcionava. Agora.. Bem, tirem suas próprias conclusões.
    Ainda bem que os das “elites” trouxemos nosso próprio dinheiro para cá.
    Assim contribuímos para pagar as pensões dos idosos à rasca, que filhos, como esse que escreveu esse lixo acima, costumam renegar à própria sorte.
    Esqueceu-se o articulista que o Brasil não foi colonizado por ingleses ou alemães. E mais ainda que mais de 3.000.000 de migrantes portugueses migraram para o Brasil, fugidos da fome do pós-guerra e de Salazar.
    Muitos não sabiam escrever.
    Aprenderam no Brasil, que lhes acolheu. Pois o brasileiro acolhe a todos, sem discriminação, que é antes de tudo, a fuga do ser pequeno, do aldeão bocó.
    O escudo não voltará. Os imóveis terão os preços que as pessoas puderem pagar. A vida é assim.
    Não adianta espernear. Lugar de criança birrenta é de castigo no fundo da sala, a olhar para a parede.
    Cresça.
    Um brasileiro ainda vai comprar um imóvel teu ou o de um parente. E a cultura que for mais forte ou adaptável, triunfará.

  • Um dos piores textos que já nesse portal. Uma lástima, xenófobo do início ao fim. Sem maiores comentários, apenas me causou mal estar.

  • Essa é a visão apocalíptica , existe a visão messiânica , que tal a que avalia o arranjo real dos fatos , sem desejos ou suposições ?

  • os portugueses aqui chegaram,exploraram,introduziram na cabeças dos que na terra já estavam o conceito de ‘pecado’,e muito mais. A invasão brsileira, nos dias atuais , é a lei do eterno retorno em ação. e, como sempre,com os pobres alijados dos benefícios da’volta por cima’

  • Portugal enviou o que tinha de pior na sua sociedade para o Brasil durante séculos, comandou o tráfico negreiro, sugou tudo o que pode das riquezas do país, o Brasil continuou sendo rota de fuga para Portugueses e demais Europeus criminosos por décadas ou séculos, agora aguentem o retorno dessa “horda” que carrega o DNA português.

    • Comentário absolutamente imbecil, fruto de ignorância e preconceito histórico.

  • Quando os portugueses para cá invadiram, para povoar esta terra trouxeram centenas de degregados, desviantes do reino, que estão até hoje em nossa índole e nosso sangue. Os portugas estariam, portanto, recebendo o lixo que depositaram em nossa terra. Eu adorei este texto porque mostra-nos – de forma esperançosa – a mística lei do retorno: comerão a merda que plantaram.

    • O que dizer de um texto destes, onde a xenofobia é conduto? E de comentarios incultos e raivosos a tentarem denegrir quem fez do Brasil o grande país que é?

    • Comentário absolutamente imbecil, fruto de ignorância e preconceito histórico.

    • Triste mas real! Sinto ler isso por ser filha de portugueses e por ter vivido a cultura portuguesa mesmo nascendo no Brasil. Sim! Meus pais chegaram adolescentes no Brasil e aqui cresceram e fizeram a sua vida. Ler o artigo como se fossemos animais irracionais é uma grande falta de respeito! Fora as informações incorretas em muito citadas por quem escreveu a mesma! Puro preconceito, xenofobia e tudo de pior que se poderia ler…

      • 1) o texto é da autoria de um brasileiro. 2) é claro, para quem sabe ler e interpretar um texto, que o artigo se refere a segmentos específicos da sociedade como uma certa “elite” e os fanáticos religiosos, não aos brasileiros em geral. 3) querer descarregar nos atuais portugueses o rancor por atos cometidos séculos atrás pelos antepassados dos atuais brasileiros (os portugueses contemporâneos descendem dos que nunca saíram do país) não é apenas ridículo. É, essa sim, uma manifestação de puro ódio xenófobo.

  • Excelente reflexão. parabéns. Dificil de aceitar, incómoda e contra-natura, mas não podia ser mais assertiva e transparente.
    O Brasil tem efectivamente um problema grave de desigualdade e capitalismo neoliberal, subversão dos valores e mérito por dinheiro e aparencias. Os media e as elites parecem embrutecer e distrair propositadamente os menos favorecidos para continuarem a ter acesso muito facilitado à informação priveligiada de quem está no poder e sabe onde vai abrir a torneira do biliões dos contribuintes, alterações a leis, apoios e fundos, contratos, infraestruturas, expropriações e milhares de negócios de gente rica sem escrupulos que se auto-intitulam grandes empresários em que os negócios antes de serem criados já estão a dar lucro e quando correm mal são os Brasileiros a pagar.
    Não ver a degradação na forma como os Brasileiros se tratam é estar a sonhar acordado e os numeros estão aí para o provar.
    Em Portugal, já conheci Brasileiros de todos os tipos e claramente sao uma cultura diferente da Portuguesa. Normal. Há pessoas melhores e piores em todo o lado, mas independentemente da classe social e já conheci brasileiros com muito dinheiro, há uma grande parte com uma noção de comunidade e do próximo completamente disfuncional em relação à Portuguesa. Egocentricos, materialistas, cínicos carregados de segundas intenções. O nível de atenção e respeito pelo próximo, repito, independentemente da classe social, parece muito mais desigual do que em Portugal. Só assim se percebe este texto. Não estando no Brasil é mais fácil. Sem as luzes a piscar e as maquinas todas a trabalhar no casino chamado Brasil em que os pobres passeiam pelos corredores e metem umas moedas de vez em quando à espera que seja o dia deles, outros distraem-se com os espectaculos e as empregadas bonitas, mas nunca acedem às salas privadas e onde o dono do casino vicia as maquinas…distribui os lucros pelos idiotas que fazem o que for preciso para terem coisas maiores, mais luxuosas, mais potentes, mais bonitas enquanto os pobres distraídos e confusos pela media e pelo luxo, analfabetos e sem conhecer a história ainda não descobriram a mais importante de todas as lutas, a luta de classes que chegou à Europa à 250 anos e só mais tarde a Portugal. Quem sabe um dia chegará ao Brasil para recebermos em Portugal melhores pessoas, melhores cidadãoes sejam eles ricos ou pobres, mas pessoas em vez de idiotas do sistema capitalista liberal que dá as oportunidades todas e primeiro a uma minoria de pessoas degeneradas e odiosas e umas migalhas a muitos idiotas que trabalham para a minoria, fazem o que for preciso, pisam quem tiverem de pisar, não vêm o que deviam ver ou fingem que não vêm para ter mais coisas na vida com que se entreterem, muito menos importantes do que pessoas.

  • Texto claramente escrito por um brasileiro com complexo de vira latas. Xenófobo com o próprio povo. Complexo de vira latas mesmo. Uma pena.

  • Texto extremamente xenofóbico! Tenho certeza que meus parentes e amigos Portugueses não compartilham dessa mesma opinião. É lastimável ter compatriotas com essa visão.

  • Acho que deveriam trocar a palavra “brasileiros” estão chegando por “bolsominions” estão chegando. Não é justo generalizar assim. Há muito mas muito meamo brasileiro gente boa. Sinceramente. Matéria depreciativa! E mais… é bom lembrar que no começo da história dizimado e invadido foi o Brasil pelos portugueses. Sem mais!

  • uma das coisas majs xenofobas e alt-right supremacistas europeias que eu li nos ultimos tempos.

  • Embora tenda a concordar com o autor na crítica a comportamentos difundidos na elite brasileira envergonha-me a generalização e o estereótipo fomentadores do racismo co tra os brasileiros. Deploravel!

  • O autor se esquece de que aquela mentalidade predatória é herança direta da NOSSA mentalidade portuguesa. Tanto o Brasil quanto Portugal são dois países que não produzem riqueza material por si mesmos, a partir do trabalho árduo, mas a partir da extorsão da natureza e da (e-x)c9olonização, respectivemente.
    O traço comum de mentalidade mais evidente aos dois povos: A propensão à fraude. Neste quesito, portugueses e brasileiros são imbatíveis.

  • Sou brasileiro com ascendência lusitana bem próxima. Me sinto envergonhado e triste que um texto tão superficial, reducionista, com uma visão xenófila (pois o autor é brasileiro), tenha sido publicado e obtido um mínimo de publicidade.

    Reduzir todo um país a um nível cultural que se aplica somente a uma minoria, e categorizar o todo com uma cegueira política de extrema direita que cabe somente aos “bolsonaristas”, é incorrer num erro abissal.

    Tudo isso me leva apenas a uma conclusão: o autor desse artigo ou é um “esquerdopata” anti-nacional ou está servindo a uma ideologia ou grupo econômico português anti brasileiro. Pode ser que seja um retardado mental também.

  • Xenofobia, ausência de argumentos e baixa qualidade literária. Um texto para ser esquecido

  • Apenas faltou dizer que a elite brazuca é formada pelos descendentes dos donos de cartórios e do judiciário brasileiro; ou seja: dos descendentes dos nossos queridos portugueses que por cá mandavam e ainda mandam, não é mesmo?

  • Péssimo texto. Muito xenofóbico, superficial. Questões como violência, corrupção são absurdamente COMPLEXAS para serem discutidas. Não sei como vocês que assumiram essa posição de “jornalistas livres” que vcs tem publicam um texto como esse

  • Gente, um pouco de interpretação de texto, por favor! O jornalista fala bem claro que AS ELITES BRASILEIRAS que estão migrando para Portugal são moralmente indefensáveis. Não é você, pobre trabalhador honesto que foi para a terrinha em busca de emprego decente e uma chance na vida que vai estragar Portugal. É o militar reformado, o cidadão de bem bolsominion e pró-fascismo, o empresário endinheirado que se mete em política e o pastor neopentecostal que extorque dinheiro de seus fiéis e o tiozão alienado que vive a base de fake news e ‘não acredita’ na pandemia COVID-19.

    Eu vivi no Brasil e observando a degradação moral e a ruína financeira que essa “elite” trouxe para os brazucas e digo “ESSE TEXTO ESTÁ CORRETO, SIM!”

    Não gostam de verdades que incomodam, porque elas escancaram a crueldade da sociedade brasileira e a injustiça de suas elites, porque as mesmas são desonestas e adoram uma corrupçãozinha e nepotismo, a assim chamada “lei do Gerson”? Então melhorem seu país!

    Ou saiam dele . Mas por favor, não venham para Portugal invadir o país com seus valores. Portugal aceitará apenas os brasileiros honestos e decentes (de braços abertos!) e não essa corja fascista e corrupta e desonesta que arruinou o Brasil. Fora com vocês!

  • O texto é desagradável porque tem um fundo de verdade. Não é novidade para ninguém que a maior parte das pessoas que vai para Portugal faz parte daquela casta que vive reclamando, tem uma índole questionável e sempre vota “errado” . Fogem de uma realidade que eles mesmo criaram e como sempre culpam os outros. Os português devem levar isso em consideração. Uma enchurrada de canalhas tende a desembocar lá devido a piora da situação no Brasil e com isso a diluição de uma sociedade mais civilizada e de melhor índole é inevitável.

  • Correto o texto , pois é só parar pra analisar o comportamento de nossa elite suja na copa do mundo na Rússia. As ações realizadas por nossa classe merda ou nobre condiz c o texto geral .

  • Apesar do forte teor xenófobo do texto, há muita realidade nele. De fato o Brasil vive momentos horríveis, e nossa elite é podre e corrupta, sempre viveu te rapinar o estado. E sim o movimento neopentecostal tem sido outra desgraça que se abateu sobre nós. E essa elite brasileira que vai para Portugal, usufruir de um estado de bem-estar social, é a mesma que combate esses direitos aqui no nosso Brasil.

    • No meio de tantos comentários que apenas exibem lusofobia, rancor histórico, inveja e iliteracia (não, o autor não se referiu aos brasileiros em geral), eis que surge um que demonstra inteligência. Parabéns!

  • Sr Homero. Suposições de onde brasileiros chegarão ao embarcarem bem como o que farão ao país? Portugal tem a pior politica de defesa do empregado que existe. Perde apenas para escravidão. Sao xenofobicos. As vezes penso que tem razão de o ser. Foram invadidos mil vezes por 7 culturas diferentes e ainda são, num país pequeníssimo. Trabalho de baixa especificidade eles não querem. Deixam aos estrangeiros.Querem os melhores pagos. 95% dos brasileiros que estão lá são a representação de pobreza mental e ignorância. Raros 5% dos que estão lá tem uma perspectiva de crescimento intelectual. Mas essa amostragem não é representativa a média dos brasileiros. Sinceramente, esperar que um país tão furado como queijo suíço afunde por culpa de brasileiros é usar uma desculpa esfarrapada para insultar um grupo pessoal que o sr deve ter tido o desabor de ter que lidar. Gente podre tem tanto aqui como lá. E educação pessoal, prefiro a nossa. Por que a deles deixa a desejar.

  • Acho errado atribuir à todo o país os pecados da nossa elite e a falta de cognição de parte da nossa classe média. Pelo menos foi essa impressão que tive do texto. Apesar do país ter sido arrastado na lama nos últimos anos, vejo boa parte do povo brasileiro como solidário e afetuoso. Já ajudei em campanha de arrecadação de alimentos durante a pandemia e quanto mais simples a casa, maior é a solidariedade. Os portugueses têm de ficar de olho é na nossa classe média alta e na elite que para lá vai, e leva consigo o elevador de serviço e o quartinho de empregada. O brasileiro de classe média/média baixa/pobre que vai à procura de ganhos em uma moeda mais forte só tem a contribuir para um país à envelhecer, que vê sua juventude emigrar para outras economias europeias. Quem leva o rentismo é a especulação imobiliária é nossa elite, importante frisar

  • Texto horrível, vergonhoso.
    Ass.- um brasileiro honesto e trabalhador.

  • Honestamente, apesar de toda a ojeriza que alguns de meus compatriotas me inspiram, é desmedida e ridícula a preocupação do jornalista luso.
    Nossos ricos são tão ruins, ou até piores, quanto nossos pobres – é verdade. Mas eles são também crias de Portugal. Até um século atrás nossos “aristocratas” eram educados em Coimbra (hoje preferem Harvard ou o M.I.T). Os nomes de suas famílias, em sua grande maioria, são nomes portugueses. Aposto um doce que os portugueses endinheirados são tão corruptos e inescrupulosos quanto.

  • Puro preconceito e ignorância no texto e em alguns comentários. Meus antepassados eram portugueses. Pessoas simples, trabalhadoras, tementes a Deus. Desbravaram terras onde nada havia, trouxeram prosperidade, repartiram a riqueza que conquistaram. Se hoje somos elite foi com ética e trabalho, algo que não perverte sociedade ou cultura alguma.

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