Terroristas ameaçam refinarias da Petrobrás

O objetivo dos ataques é interromper o fornecimento de combustíveis nas regiões do país
Banco de imagens da Transpetro

Na tarde desta quarta-feira (11), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) recebeu informações sobre uma articulação de grupos bolsonaristas extremistas no sentido de tentar invadir o Terminal Aquaviário da Transpetro e da base de distribuição da VIBRA (antiga BR Distribuidora), ambos localizados no Porto de Maceió/AL, com o objetivo de interromper o fornecimento de combustíveis nas regiões.

Desde o último domingo, 8, ataques às refinarias e distribuidoras vêm sendo orquestrados por bolsonaristas, mas até o momento não obtiveram sucesso. Ao ser avisada das intenções dos grupos golpistas, a FUP imediatamente denunciou à Gerência Executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobrás, e articulou com o senador Jean Paul Prates (indicado por Lula para a presidência da empresa) e o presidente Lula, que fez com que o Ministério de Minas e Energia entrasse em contato direto com todos os governadores de estados com unidades da Petrobrás que estivessem sob ameaça dos terroristas. Por conta disso, o serviço de segurança pública e de inteligência das polícias civil e militar partiram para agir de forma mais efetiva contra os golpistas, evitando que os ataques ocorressem.

As equipes de segurança de Alagoas estão reforçadas e a Polícia Militar está atuando no local.

Nas demais unidades, não há registro de bloqueios e presença de manifestantes golpistas. A FUP e a segurança da empresa seguem, junto aos órgão de segurança locais, monitorando nas redes e in loco a movimentação desses grupos terroristas nas refinarias.

Fonte: Federação Única dos Petroleiros

Leia também:

Atenção, Lula: Terroristas não desistiram de destruir Brasília

Qual é a inspiração dos fascistas brasileiros: Capitólio ou Sri Lanka?

Bolsonaristas ameaçaram matar repórter dentro do Senado

COMENTÁRIOS

POSTS RELACIONADOS

Flávio Dino e a linguagem da ordem

O novo ministro usou as palavras-chave que acionam o imaginário popular conservador: “Terroristas”, “subversivos”, “segurança nacional”