E Se o Estado do Rio Fosse Sapatão?

Mulheres querem ocupar o parlamento e o executivo para subverter o patriarcado

Por Álvara Queiroz*

Uma explosão de empoderamento lésbico aconteceu na última terça-feira (17) na Lapa, centro do Rio de Janeiro. Como parte da construção do programa movimento “Se o Estado do Rio Fosse Nosso” que está construindo uma plataforma programática para as próximas eleições, as mulheres assumiram a frente da construção para perguntar: E se o Estado do Rio Fosse Sapatão?

Em um momento de troca entre figuras importantes para essa discussão, misturando experiências e locais de representação, cerca de 10 coletivos e figuras públicas do movimento LGBT, destacaram as propostas fundamentais para esse segmento da população.

O empoderamento e o amor entre as mulheres vieram primeiro durante as falas para abrir o debate recheado de propostas. Entre as principais falas, atenção da saúde das mulheres lésbicas, empregabilidade, educação pela diversidade e fortalecimento das mulheres pela cultura. O combate à violência contra as mulheres também esteve no centro do destaque.

Estiveram presentes para estimular a discussão, Carol Quintana, socióloga, professora e pré-candidata pelo PSOL, Ivanete Silva, pré-candidata a governadora do Rio na chapa com Tarcísio Motta, Carol Gomes, ativista LGBT da baixada fluminense, Fatinha Lima produtora do Setorial de Favelas do PSOL e Mônica Benício, a potência LGBT que vem travando a mais importante batalha pelo esclarecimento do assassinato de Marielle Franco.

Como atração cultural, participação especial do bloco de mulheres Baque Mulher, uma das sensações do último carnaval de rua, e um sarau em voz e violão com Tais Feijão, cantora que também tem feito sucesso na cena da música popular!

*Álvara Queiroz é Jornalista e mestre em Comunicação Social.

Mídia democrática, plural, em rede, pela diversidade e defesa implacável dos direitos humanos.

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3 comentários:
  • Marcelo
    18 julho 2018 at 21:30
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    POr quê meu comentário não foi publicado?

  • Marcelo Barros
    19 julho 2018 at 14:01
    Comente

    Pergunto de novo: por quê vocês não publicaram meu comentário? Será por que ele não é politicamente correto?

  • Marcelo Barros
    25 julho 2018 at 17:07
    Comente
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