Vamos ficar de olho no Chile de Gabriel Boric

Para desencanto da esquerda anos 60, inclusive no Brasil, Gabriel Boric, de 35 anos, venceu as eleições primárias da esquerda e será o representante do campo popular na próxima disputa presidencial do Chile, em novembro.
Gabriel Boric, 35 anos, que ganhou as primárias pelo bloco de esquerda
Gabriel Boric, 35 anos, que ganhou as primárias pelo bloco de esquerda

Na corrida interna, Boric derrotou Daniel Jadue, do Partido Comunista, preferido das viúvas do stalinismo nas bandas de cá.

Por Carlos Eduardo Alves (*)

Boric faz parte da Frente Ampla, é oriundo das lutas estudantis e tem posições claras contra o neoliberalismo. É ativo participante das manifestações de rua de combate ao pinochetismo que ainda domina a política econômica no Chile, porém é absolutamente crítico quando fala do governo Maduro na Venezuela.

Sobre Cuba, destaca o papel criminoso do bloqueio americano ao país, mas reclama da falta de liberdade política na ilha. No campo pessoal, Boric surpreendeu o Chile há pouco tempo quando admitiu que sofre de TOC e se internou durante duas semanas para tratamento psiquiátrico, em atitude corajosa e transparente.

É totalmente engajado na luta pelos direitos das mulheres, LGBTs e populações originárias. Uma eventual chegada de Boric ao La Moneda (palácio presidencial, aquele em que morreu Allende) representará algo completamente revolucionário em um país que simbolizou a mais longeva ditadura fascista e sangrenta no Continente em tempos recentes.

Além, é claro, de um teste maior sobre a viabilidade de uma esquerda que crê ser possível conciliar justiça social, avanço definitivo nas questões de gênero e etnia com liberdades políticas. Será muito interessante acompanhar a campanha de Boric.

O nível mais baixo do Estado de moleques

A adulteração infame do cadastro de Guilherme Boulos no SUS mostra que o aparelho de Estado foi tomado não só por genocidas. Os cafajestes também fazem a festa.

Para quem não sabe, alguém do Ministério da Saúde fez gracinha de mau gosto na ficha de Boulos, com ofensas no espaço reservado aos nomes de pai e mãe do político, além de outras barbaridades. Antes, Gleisi Hoffmann descobriu que constava como morta no mesmo cadastro.

É essa coisa doentia que podemos definir como espírito Carluxo que brinca com os cidadãos e o Brasil. Moleques da turma do fundão da quinta série estão se sentindo empoderados. Corja. Essa subgente tem que voltar ao esgoto de onde saiu. Imundos.

Genocida e charlatão

O cara tem intestino que não funciona, agora dá uma de médico charlatão e “receita” droga inútil que só brocha… Parece mesmo que a vida do genocida está uma merda só e ele quer arrastar o gado junto.

O genocida “receitou” nova droga para combater a pandemia. Depois da cloroquina, do vermífugo e do spray nasal israelense, o jenio está apostando na proxalutamida. Usada para o enfrentamento do câncer da próstata, a droga inibe a ação de hormônios masculinos (testosterona).
Ou seja, brocha até tarado.

Até que não é uma má ideia para os idiotas que seguem a ignorância do dr. Genocida. Eles não vão procriar por um tempo e a sociedade pode respirar um tantinho.


(*)Do Facebook do autor

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