Os erros pedagógicos que estamos cometendo durante a pandemia

Temos que ser profissionais. Não podemos nos render às respostas fáceis e superficiais. Temos que criar uma comunidade científica entre educadores. Definir rumos corretos, socializar experiências exitosas. Basta de gerencialismos que andam em círculos

Rudá Ricci, cientista político e presidente do Instituto Cultiva


Este meu breve texto se concentrará em quatro aspectos que considero erros grosseiros que estamos cometendo no Brasil em relação à educação durante a pandemia. Começarei pela adoção do famigerado módulo-aula. A aula de 50 minutos é uma leve alteração da aula de 40 minutos adotada nos EUA na última década do século XIX. Foi uma sugestão de Joseph Mayer Rice.

Rice sustentava que a educação deveria ter o foco na formação para a indústria. Daí, as disciplinas mais importantes seriam aquelas vinculadas à produção industrial: matemática, física, química, biologia e comportamento. A leitura (para o operário ler instruções) completava esta normativa. O educador taylorista, então, dividiu o número de aulas que considerava necessária para o desenvolvimento, em quatro anos do ensino “primário” pelo tempo de aula naquele momento e chegou aos 40 minutos. O módulo-aula, então, não tem relação alguma com qualquer aspecto pedagógico.
Se tivesse alguma relação com a estrutura mental, o módulo aula teria 20 minutos, tempo máximo de concentração de crianças e adolescentes no mundo atual. Para Larry Rosen, professor da Universidade Estadual da Califórnia, a capacidade média de concentração é de apenas cinco minutos.
A estranha transposição do módulo-aula para as modalidades de ensino remoto parece um atalho completamente desqualificado. A concentração em tempos de pandemia diminuiu ainda mais. Incluindo os adultos, pais ou responsáveis pelos nossos alunos. Uma pesquisa recente envolvendo 33 mil jovens de 15 a 29 anos do Brasil revela a angústia e pedido de socorro às escolas. Voltarei a esta pesquisa mais adiante, mas vale destacar o percentual elevado de alunos decepcionados com suas escolas por não lhes dar segurança emocional.
Ora, o primeiro erro pedagógico grosseiro que estamos cometendo é transpor – ou adequar sem acuidade técnica alguma – o módulo-aula que empregamos desde o século XIX.
Qual seria o tempo de programação de aulas durante a pandemia: cinco dias úteis. Esta deveria ser a medida. Estou sugerindo que cada plano de aula deveria se apoiar na pedagogia de projetos em que os alunos seriam instigados a planejar seu tempo de pesquisa para elucidar um problema ou situação-problema (como se pensou o ENEM originalmente).
O acompanhamento poderia ocorrer por “dicas” fornecidas por programas de rádio (todos têm acesso ao rádio e esta é a experiência mais exitosa de ensino remoto atual, praticado por Alagoas). O diálogo de professores com alunos se daria por mecanismos próximos ao portfólio. Convênios das secretarias de Educação com os Correios ou, nas áreas rurais, com cooperativas que possuem “linhas” de coleta de produtos agrícolas garantiriam o fluxo. Na segunda, professores despachariam cadernos com o projeto da semana e, na sexta, os cadernos retornariam para análise e correção.


Passemos para o que considero ser o segundo erro grosseiro do ensino remoto: desconsiderar a interatividade típica das novas tecnologias de comunicação. A grande maioria das redes de ensino transformaram as plataformas em informação dada, sem interatividade entre alunos. Se há algo significativo no uso das novas tecnologias pelas crianças e adolescentes é a interatividade. Basta acompanhar a troca de mensagens pelo YouTube, Instagram ou as plataformas mais velozes. Eles formam opinião pela interação, pela troca de impressões.
O que estamos fazendo é transformar as plataformas em “folder eletrônico” em que a relação é verticalizada: o comando pedagógico com o objeto passivo do recebimento. Se alguém lembrar da “educação bancária”, matou a charada.
O módulo-aula e o pobre uso das plataformas empregadas para o ensino remoto são irmãos siameses: fazem uma mera transposição das aulas presenciais para o ensino remoto. Coisa de preguiçoso, sejamos honestos.
Chegamos no terceiro erro pedagógico: o foco no resultado (do IDEB e ENEM), negando o desequilíbrio emocional dos alunos.

A pesquisa com jovens que citei logo no início deste fio indica que 30% dos 33 mil jovens pesquisados não sabem se voltarão às aulas no futuro. Parte desses 30% afirmam que esperavam maior apoio emocional nesse momento em que suas famílias perdem renda, morrem parentes por Covid e o futuro ficou nebuloso. O que fazem as escolas? Despejam atividades sem parar, numa sequência desumana. Erramos por ansiedade pedagógica. Esquecemos de entender, antes, as condições concretas de estudo de nossos alunos. Saltamos do mundo real para a construção idealizada de uma aula normal em meio ao caos.

O foco deveria ser a criação de “Rodas de Conversa” entre alunos, espaços em que poderiam relatar suas dúvidas e angústias para reconstruir a crença no coletivo, na escola e na sociedade. A questão central é: estudar para quê? Esta é a chave da comunicação e da pedagogia.


Chegamos no quarto erro pedagógico: acreditar que há uma enorme distância entre educação e desenvolvimento social. Esta crença surge dos modelitos administrativistas e gerenciais da cultura anglo-saxônica que copiamos nas últimas décadas e que o CONSED adora. Focamos nas avaliações externas, nos números, nas tabelas que devem ser preenchidas e nos esquecemos que educação é relação humana. Não há aluno que se concentre se está adoecendo ou se tem familiar sem perspectiva.

Posso relatar casos que vivenciei nesses anos de caminhada na educação brasileira. Vou citar um caso como ilustração. Uma menina furtava lápis e outros objetos dos seus coleguinhas de sala. Um técnico formado para visitar famílias – o articulador comunitário – foi à sua casa. Ao chegar à residência da família da aluna, foi atendido pela avó, que se desesperou quando soube do comportamento da neta. Chamou a neta e ouviu da criança que ela furtava para ser presa e, assim, ficar com a mãe que cumpria pena por ser “mula” do tráfico de drogas. O impacto dessa informação levou a mãe a ter sua sentença reformada. Voltou para casa com tornozeleira eletrônica. Em três meses, a aluna voltava ao seu padrão de comportamento. Não há como existir educação sem equilíbrio familiar.

Nessa ansiedade da “sociedade do desempenho”, o Brasil se esqueceu da função da educação e da pedagogia. A formação de nossos alunos não se dá somente pela escola. A formação formal concorre – ou se associa – com a formação familiar, principalmente em período pandêmico. É comum gestores educacionais distinguirem a estratégia educacional do que consideram “assistencialismo” (na verdade, política de desenvolvimento social). Equívoco grosseiro de quem estacionou no século XX. Todos os estudos internacionais indicam exatamente o contrário.
Temos, portanto, um desafio educacional gigantesco. Precisamos ouvir mais e estudar mais ao invés de criar atalhos pedagógicos que estão dando com os burros n’água. Muitos pais ou responsáveis trabalham fora. Com quem deixar seus filhos? Muitos pais trabalham em home-office: como dividir tarefas profissionais com familiares se os dois espaços se confundem? É grande parte dos pais que afirmam que os conflitos familiares aumentaram neste período.


Ao mesmo tempo, não há como as aulas presenciais retornarem neste momento em que batemos recordes diários de mortes por Covid em nosso país. A Fiocruz sugere que somente quando chegarmos a um infectado novo por dia a cada 100 mil habitantes poderemos ter aulas presenciais.

Não há atalhos. Temos que ser profissionais. Não podemos nos render às respostas fáceis e superficiais. Temos que criar uma comunidade científica entre educadores. Definir rumos corretos, socializar experiências exitosas. Basta de gerencialismos que andam em círculos. Que sejamos menos ansiosos e mais profissionais.

Do mesmo autor:

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornalistas Livres

COMENTÁRIOS

  • Ser menos ansiosos e mais profissionais se o sistema ocasiona ansiedade nós professores e alunos.

  • Acredito que os problemas são bem mais graves do que o texto sugere. Sem acesso a equipamentos e internet o modelo aulas online não funciona. Muitas famílias tem apenas um aparelho para vários alunos. Geralmente do pai ou da mãe e fica disponível para estudo apenas algumas horas por dia.

    • Concordo , Ivani. Sou professora de escola pública e também particular e a diferença entre elas aumentou consideravelmente neste tempo pandemico. Contudo, gostei do texto, acredito que precisamos de textos assim para que possamos refletir e aprimorar.

  • Fantásticas reflexões, todos os que estão na área Pedagógica, precisam URGENTEMENTE, repensar suas práticas. A pandemia nos faz refletir no que de fato importa, e especialmente nas conexões que precisamos fazer com os alunos, para fortalecer o ensino/aprendizagem…

  • Resumindo: com o ensino remoto, a exclusão está mais presente na educação. Dá pra prever as consequências de toda essa violência na vida da criança, principalmente aquelas que não tem acesso às informações ofertadas pela escola, que por sua vez, é o que tem para oferecer no momento.

  • Muito pontual o texto nesse momento de pandemia. Porém devemos lembrar q nos professores estamos o tempo todo estudandi para inovar, e traçar novos objetivos do significado real de uma educação q alcance os interesses e aptidões dos alunos, isso na forma presencial que era a que, até então conhecíamos. Vale lembrar que trabalhar a educação sem a interação alunos/ alunos/professores, pra nos está sendo um desafio. Estamos todos buscando caminhos e aprendendo juntos.

  • Para o momento, a tentativa do ensino remoto é o que temos. Salvo se houver alguma outra sugestão, ainda é do que dispomos. E, concordo com vc em “quase” tudo. Porém, devo dizer que a soma das várias ferramentas da tecnologia podem auxiliar na diminuição do impacto desse ensino frio e distante. Na escola que trabalho, utilizamos sim do sistema de módulo ou apostila, somado à plataforma, às aulas pelo meet e ao grupo de whatsapp, onde há uma interação mais próxima com o aluno. A plataforma fica para as avaliações (exigidas pelo sistema). Nos grupos de whatsapp o professor posta vídeos explicativos feitos por ele mesmo, e áudios dialogando diretamente e em tempo hábil com os alunos para tirar dúvidas. Não é o mesmo que a presença física, mas tem dado um resultado que considero positivo, nesse momento. Acho que a análise distante de quem não está em uma sala de aula não é a melhor avaliação. Há escolas e Escolas, professores e Professores. Só o momento é que é novo…

    • Concordo com você, Lene, porém considerável parte com o autor, que têm os meus parabéns pelo texto.

  • Isso é pura antropologia, isto é cotiano de muita pessoas, sociólogia e antropologia está ai para nós ajudar tanto como educador e estudante.

  • Abordagem riquíssima em reflexão. Penso assim também, até parece qua havíamos conversado sobre, e olha que nem te conheço rs!
    Parabéns!

    • Muito reflexivo! Me sinto frustrada e preocupada com o não aprendizado, o não conhecimento dos alunos. Estamos aprovando em massa e dando presença para quem não entregou sequer uma atividade… O q eles sabem? Sabem q vão passar mesmo sem fazer nada! Como professora da rede Municipal, me sinto impotente e vai contra meus princípios o aluno concluir o Fundamental com conteúdo de 6°ano! Como vai acompanhar o Ensino Médio? Que cultura terão esses jovens? Em algumas perguntas que fiz a eles no remoto sobre o que a Escola representa e quais seus planos p 2021? Responderam q a Escola não era nada ou q era um lugar p aprender coisas… Planos? A vacina, ficar mais em casa com a família e poder sair! Nada sobre estudar, ter uma profissão, faculdade, cursos técnicos, voltar pra escola e rever os amigos e professores… Nada nem perto disso! Sinceramente, estou chocada!

  • Parabéns pela matéria! Chega de achismos. Vamos ao profissionalismo!

  • Infelizmente nossa educação já está errada a muito tempo e como sempre a culpa é do professor. Não fomos preparados para sermos psicólogos ou terapeutas. Como dar apoio quando temos 40 ou mais estudantes por sala e com vários tipos de problemas além do social? Em nenhum momento nessa pandemia ninguém se preocupou com o psicólogo dos professores que também tiveram suas perdas. Convido você a sair de uma sala confortável passar uma semana em uma Escola Estadual da periferia e ouvir pelo menos um professor, melhor se aventure trabalhando como professor eventual. Apesar de como sempre sermos criticados e mal visto infelizmente pela nossa sociedade em geral tenho orgulho da minha profissão. Trabalho de “preguiçoso” é como se referiu a nós professores
    mas tenho certeza que é graças a vários preguiçosos que passaram pela sua vida, você conseguiu escrever essa matéria.

    • Concordo com a professora Cláudia! Também fomos pegos de surpresa por essa pandemia, também sofremos, mas estamos tentando encontrar o melhor caminho para que nossos alunos aprendam!

    • Cláudia, atuo há 15 anos no ensino público e interpreto que o autor não se referiu aos professores como preguiçosos. Pelo contrário, mostrou a situação atual, em que somos tratados como operários e obrigados a cumprir regras e metas, sem o mínimo de autonomia e preparo.

    • Isso mesmo Cláudia, fiquei revoltada com este texto. ” Preguiçoso”? …quem escreve algo assim não tem noção do processo de uma aula remota. Ficamos sim atrás de uma tela, mas não há detenção do saber, há muita troca, muitos debates, muitos desabafos e muita troca de conhecimento. Professor que se preze vai ter sempre pronto Plano A, Plano B, Plano C para aulas presenciais ou remotas. Sempre daremos um jeito da Educação acontecer!

    • Acho que vc não interpretou corretamente a parte na qual aparece a expressão ” trabalho de preguiçoso”.

    • Amei e concordo com toda a sua fala, devemos rever diversos pontos mas tenho certeza que estamos fazendo o nosso melhor no contexto em que estamos vivendo.

    • Realmente, nossa educação está errada HÁ muito tempo. Pessoas como você, analfabetos funcionais, são professores.

    • Caríssima professora Cláudia, acredito que o autor do texto acima não estava chamando os professores de preguiçosos, ele está criticando a maneira que o ensino remoto está sendo feito por todas as escolas. Afinal, os professores só seguem um roteiro de ensino que é decidido pela escola.

      • Exatamente decidido pela escola pelo caminho mais fácil, e o texto acima foi muito bem colocado com informações bem precisa, com a outra realidade.

      • Concordo, Naiara mas acho que com toda precariedade da nossa periferia nosso modelo pedagógico está muito distante de um modelo
        que estimulasse a busca pelo conhecimento como o maior objeto.
        Escola já foi expectativa de ascenção social estratégia sutil para estimular o desejo por uma formação profissional.

      • Eu só gostaria de saber se ele sabe de outra forma de ensino remoto e se souber compartilhar pra melhorar a situação ( ele o autor do texto)

    • Está errada mesmo, onde professores que ensinam nossos filhos escrevem “a muito tempo” sem “H”; e ainda “não se preocupou com o PSICÓLOGO do professor” – não dá mesmo!!! Alguma coisa tem que mudar….

    • Professora Cláudia, entendo muito as suas palavras. Minha sogra é professora aposentada, minha esposa é professora (ambas da rede pública) e eu mesmo dei aula numa escola estadual num curso técnico oferecido pelo governo de Minas. Mas entendo também que a crítica do Rudá Ricci é ao sistema como um todo, e não aos professores em particular. Entendo a crítica muito mais à estrutura pedagógica do que aos atores que atuam na educação, especialmente os professores. Não que os professores estejam imunes às críticas (muito são preguiçosos mesmo). Enfim, existem múltiplos fatores que interferem negativamente no processo educacional. Assim, entendo que a necessidade de mudança é sistêmica, não localizada. O que nos resta é não perderemos a esperança.

    • Nossa Senhora do Céu! Que interpretação mais errada é essa sua sobre o texto e de todos que deram like nesse comentário… Leiam e releiam até poderem entender a mensagem real do texto… Por favor!!!

  • Texto perfeito! Desde que essa pandemia começou, tenho ficado muito assustada com a distância entre os níveis sociais evidenciados por ela. Sempre trabalhei em escola pública e sei bem de todos os problemas que nossos alunos enfrentam, mas nós estávamos lá, fisicamente, e podíamos fazer alguma coisa.

    • Texto perfeito para quem sabe interpretar… A escrita e a interpretaçao da maioria dos colegas aqui, é vergonhoso para nossa classe!

  • Texto importante e reflexivo. Fui lendo os comentários e revi o comentário da Leni Mendes, onde relata: “é o que temos”. Sim, é o que temos, mas deveria ser desta forma? Os seus estudantes estão aprendendo? Se estão, conseguem se sair bem nas avaliações externas? E se não saírem bem, a culpa foi sua? Penso que as colocações foram certas, mas não para o texto publicado. As colocações de Rudá Ricci foram em prol de uma reflexão, elas não são a solução. É uma análise do contexto das aulas remotas sem levar em consideração os vários problemas que temos para conseguir ALCANÇAR nossos estudantes. Os aspectos que você Leni trata são de escola particular? Se forem, hoje, a escola particular preenche um dos quesitos: acessibilidade e tempo. Pais de estudantes de escolas particulares tem remuneração capaz de pagar outra pessoa para ficar com os filhos. Quem perdeu o emprego não. Aliás, os problemas emocionais advindo da não remuneração acabam confluindo para problemas de aprendizagem. Tenho pais que sumiram junto com os estudantes depois da perda da renda.
    Obrigado pelo ótimo texto, bem alusivo e instigador de reflexão e debate. E um parabéns aos guerreiro(a)s professores deste país!

    • Excelente sua reflexão, se tivéssemos mais professores, gestores e secretários de educação com seu conhecimento certamente poderíamos mudar a educação do Brasil!!!!

    • Perfeito seu comentário Bruno. “É o q temos”, mas não precisamos no render a isso ai. Texto importante para reflexão/debate.

  • Ótima reflexão! Num momento como esse facilmente entramos no desespero e, consequentemente, no improviso. Reflexo da pobre concepçao de educação que fez no Brasil. Educação focada no cognitivo não dá ao afetivo valor devido. Esqueceu-se que o sentir é tão importante quanto o pensar. Professores quando instados a considerar o emociobal dis alunos, costumam imaginam que estao isso é função de terapeutas, que não cabe educadores atentar para o sentir. Esqueceram ou não aprenderam que educação é formação humana, que envolve todos os processos subjetivos e não apenas a racionalidade.

  • Boa tarde. Esta matéria é bastante esclarecedora. Nós, educadores, entendemos muito bem tudo isso. O que falta à minha classe trabalhadora é ter coragem de se expor sobre tudo que foi relatado. A nossa coragem para mudar é o que vai ajudar nossos alunos a tornarem-se cidadãos “pensantes” capazes de mudar qualquer realidade que eles sintam-se em desacordo. Parabenizo o trabalho de vocês e, se me permitem, tenho uma indagação crítica a fazer, de forma geral, para toda a imprensa. PORQUÊ A IMPRENSA ESTÁ SE OMITINDO DE INFORMAR AO POVÃO A QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS ESCOLARES QUE ESTÃO SE CONTAMINANDO E ALGUNS INDO À ÓBITO POR ESTAREM TRABALHANDO NO PIOR MOMENTO DA PANDEMIA ? A PREFEITURA DO RJ CRIOU UMA DETERMINAÇÃO DE SÓ FECHAR AS ESCOLAS, CASO HAJA TRÊS CASOS DE COVID, NOTIFICADOS. AS VARIANTES DO VÍRUS ESTÃO CONTAMINANDO MUITO MAIS JOVENS, CRIANÇAS E BEBÊS. POR QUE A PREFEITURA ESTÁ COLOCANDO ESSAS CRIANÇAS NA “LINHA DE FRENTE” ? EXPERIÊNCIA HUMANA ou UM GRANDE “FUROR PEDAGÓGICO” que eu nunca vi em 35 anos de magistério ? Confesso que estou desacreditando da imprensa. No momento em que todas as verdades deveriam vir à toma, POR QUE a imprensa se omite ???

  • Fico a imaginar que textos como esse apenas apresentam o que já sabemos pintado de cores diferentes (mas como a mesma paleta de cores).

    Quando iremos encontrar textos que falam sobre a educação mostrando problemas e as soluções ou sugestões?

    “- Olha, esse é o problema.”
    “- E como resolvo?”
    “- Não sei.”

    Vamos construir sim, mas com menos críticas e mais soluções.

  • O texto é pertinente, realista e infelizmente dotado de razão. O Autor sabe do que falou, ele não nos chamou de preguiçosos, mas nós enquanto educadores devemos sim nós auto-avaliar e termos visão sócio emocional para com nossos alunos. Abrir o olhar, isso liberta nossa carreira. Autor, assim como sugeriu, nos ajude a criar uma comunidade científica entre educadores. Muitos de nós somos vítimas dessa sociedade onde a boa prática não caminha com as boas oportunidades acadêmicas científica.
    Parabéns pela ideia.

  • Gostei muito do artigo. Vou adaptar algumas ações pedagógicas a partir das suas ideias e ver se dá resultado.
    Obrigada por não criticar os professores.😉

  • Fico imaginando o “pobre” aluno que de uma hora pra outra viu seu sistema de ensino migrar, sem prática alguma, para uma nova realidade. Ele não foi matriculado e preparado para essa nova realidade. Uma realidade imposta e sem uma regra geral. Salve-se quem poder. É angustiante.

  • Lendo o texto posso sugerir como opinião pessoal, que as aulas sejam canceladas até que acabe a pandemia. Que a secretaria de saúde do país, estabeleça critério de apoio psicológico para os alunos e famílias desassistidas, pois o professor é um profissional da educação e não da saúde, para atender transtornos emocionais. Todos os modelos utilizados para dar aula a distância, na opinião do texto, são ruins. Concordo! Mas infelizmente é o que tem para hoje, como diz o ditado. Não cabe as escolas e professores decidirem ou alterarem um programa de ensino estipulado pelo poder público. Se coubesse, já estava sendo diferente. Então, esta conversa de professor culpado, pra mim, não cola mais!

  • Reflexão por reflexão neste momento não ajuda em nada porque todo mundo tem um palpite na ponta da língua mas resolver que é bom, trazer resultado tá difícil.. já li tantos livros de reflexão dos chamados”especialista” que dentro de suas salas confortável com seu ar condicionado ligado, da o tom e dita as regras, mas experimenta vir da aula na escola pública, infelizmente não há cartilha que te ensina, somente a prática do dia a dia é que nos monstra o que está dando certo, temos que nos reinventar todos os dias sim, mas com a prática diária, e aí cada um Aki tem sua luta, não podemos generalizar

  • Motivações para repensarmos… quais caminhos os alunos devem trilhar nas profissões que ainda estão em desenvolvimento???

  • Gostei muito desse texto, estamos nos reinventando, mas realmente precisamos estar atentos às necessidades humanas.

  • Excelente reflexão, alguém com olhar sensível para a realidade da educação em nosso país. Parabéns ao autor

  • Todos nós somos sobreviventes de um “náufrago”, chamado Covid 19. Todos somos seres humanos antes de qualquer profissão,cargo,vivemos ansiosos, estressados,alguns com síndrome do pânico entre outros mazelas. Isso sem falar das perdas de familiares e amigos. Como falei anteriormente somos todos seres humanos,antes de qualquer qualificação. Professores, sempre os professores pagam a conta da defasagem da educação no Brasil. Concordo que há muitas falhas na educação, nas escolas, agora no ensino híbrido, a distância ,on line…
    Será quem é o culpado deles não dá certo?? Presencial não pode diante dessa pandemia mundial, não fomos formados para sermos Youtubers. Acredito que você só tem uma suposta teoria em o que é ser educador. Poderia se aventurar em ser professor na vida para depois crucificar Los.
    Sabe a velha filosofia de antigos filmes onde sempre o mordomo era o culpado? Na educação é o professor o culpado quando o aluno não vai bem , quando a escola não atinge a porcentagem de aprendizagem adequada para a sua série correspondente. Quem acusa sempre esquece que a educação é obrigação da família e do estado. Professores precisam de apoio nessa fase a qual estamos passando em todos os aspectos, inclusive psicologicos não críticas.

  • Fantástico! É exatamente assim. No meu município criaram uma portaria que consentio a alunos que nunca participaram das aulas on-line a aprovação com ressalva, para um aluno que não estudou, justamente pensando nestes índices de avaliação externa que muitas vezes não conhecidem com a realidade.

  • Da sala de uma redação é fácil criticar a educação! Ouvir quem está no chão da escola é essencial para saber dos problemas que afetam os atores que formam esse território. A escola invadiu a nossa casa com toda a violência possível, se nós estivéssemos na escola poucos conseguiriam fazer uma aula on-line. Isso mesmo! De dentro da escola o trabalho seria pior, pois muitas escolas não possuem nem fechaduras nas portas do banheiro, imaginem internet e equipamento para tal proeza. O que impede a escola de abrir não é a pandemia e sim as péssimas condições que sempre existiu e que a sociedade fingia não ver. A pandemia trouxe a tona o descaso com a educação e com o professor. Talvez de uma sala de redação possamos ver algumas escolas perfeitinhas, mas não se iluda meu amigo é apenas um oasis no deserto! Uma miragem que esconde a realidade de quem ainda luta para que no mínimo as pessoas aprendam a ler e escrever, se souberem interpretar sairemos no lucro. Essa é a verdade, sem ouvir o chão da escola esses problemas estruturais e a super lotação irão prosseguir e continuar a eleger políticos como esses que temos hoje. Infelizmente a escola pede socorro, mas muitos fingem não ouvir, ou melhor, preferem criticar os professores sem nunca terem lido um livro descente. Fica aqui o convite para passar um dia enfrentando a minha jornada. Estendi esse convide aos seguidores do ESCOLA ABERTAS, mas ninguém se manifestou. Quem sabe passando um dia comigo possam ver que no chão da escola não tem espaço para o achismo!

  • Nossa, tudo que estava discutindo com um colega meu, tive a hornra se é que pode chamar assim; de assistir uma aula vídeo. Meu Deus fiquei estática com tamanha falta de tudo. Foi uma aula massante, chata, ao final perguntei ao meu aluno o que ele tinha achado da aula. Resposta do dele tem 9 anos. Tia muito chato, não gostei e não entendi nada. Gente fiquei assustada. Pois isso a mídia não divulga. E detalhes: a prof dele gaguejou para ler o texto, e disse assim: – ah crianças o texto tem letra pequena!!!! Pasmem!!! A vídeo aula era sobre os Egípcios. Para criança que mal sabem ler e escrever o português.

  • Discordo de tudo o que foi exposto aqui. Estou de boquiaberta com suas ideias. Abismada!!🤔

  • Ótimo artigo, principalmente olhando sob a perspectiva do aluno inclusão. Quem ajuda a família fora da escola com as atividades da criança? Na verdade o mundo mudou, a tecnologia chegou e vemos nossos filhos recebendo o mesmo método de ensino que tivemos..

  • Olá! Sou professora da rede particular… e me vejo nesse relato, vivendo este delicado contexto na área da educação. Estamos com salas de aulas heterogêneas um “grande desafio” para os professores nesse período de aulas remotas. As crianças estão precisando de escuta, afeto, ajuda pedagógica e emocional.
    Que tudo acabe bem… e que nós educadores e pais, tenhamos mais sabedoria, trocas, estudos e empatia nesse momento.
    Obrigada pelo seu relato!

  • Jogar a culpa em cima dos professores é fácil.
    Se trabalham remotamente, o ensino é superficial. Se diminuem o tempo da aula querem diminuir seus salários…
    É fácil publicar um artigo, uma vez que está formado e com o salário em dia.

  • Fantásticoooo! Sábias colocações! Realmente a associação Educação, familia, os professores também estarem bem,pois tem suas famílias é essencial para uma boa Educação. Muito obrigada!

  • Gosto muito quando os textos provocam em nós indagações e reforçam nossas indignações. Precisamos ser educadores que saibam ouvir mais e estudar mais…

  • Parabéns pelo excelente texto. Acredito que a ansiedade para dizer que as aulas estão acontecendo “normalmente” acaba contribuindo para a implantação dos módulos de aula semelhante ao menos na quantidade de tempo. Temos muito a aprender! Seu texto me ajudou muito.

  • Excelente texto para debater, só não consegui ler completamente, pois conforme o próprio autor desta matéria, temos foco nos primeiros 5 min, e em 5 min não deu pra ler todo ele!

  • CONCONCORDO PLENAMENTE EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU, POIS EXATAMENTE O QUE ACONTECE ATUALMENTE, COM CERTEZA, É UMA ACARRETAÇÃO DE ATIVIDADES ASSINCRONAS E AULAS SÍNCRONAS SEM EFETIVIDAE E PARTICIPAÇÃO MÍNIMA DOS ALUNOS. POR SUA VEZ, AS SUPERVISÃO DE EDUCAÇÃO E GESTORES , EM GERAL, SUFOCAM OS PROFESSORES COM PREENCHIMENTO DE PLANILHAS ELETRONICAS, E PLANEJAMENTOS ENGESSADOS , BEM COMO UMA EDUCAÇÃO TECNICISTA QUE NÃO PASSA DE UM RETROCESSO LEMBRANDO DA OPRESSÃO E MODELOS DITADOS PELO REGIME MILITAR, SEM PREOCUPAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DE FATO EM TODOS OS ASPECTOS DO SER HUMANO, PRINCIPALMENTE O EMOCIONAL.

  • Acolhi o texto como crítica construtiva, quando uma colega, em um comentário, se manifestou contrário a palavra preguiçosos, eu discordo dela. Nossa profissão é cheia de obstáculos, nunca vi uma vida fácil para um professor, a pandemia é mais um. Há, mas eu me reinventei, não, não se reinventou, pois se não atingimos todos, não alcançamos nossos objetivos. Vamos nos igualar aos cientistas, profissionais que também não conheciam esse momento, imagina se eles ficassem satisfeitos com uma única vacina de uma única composição? Pensem, somos iguais, temos que chegar em todos de diferentes jeito, não podemos colocar as barreiras impostas pelo sistema para justificar o fracasso de não alcançar o nosso objetivo. Vamos mudar, como pessoa e como profissionais. Somos de extrema importância para a sociedade, não somos de ferro eu sei, mas se apegar no motivo pelo qual cada um aqui estudou para poder lecionar, deixem que digam o que quiserem, vamos fazer a diferença para quem precisa. Sou pedagogo e matemático formado, perdi um dos meus empregos, perdi pessoas, perdi renda, perdi lazer, perdi, perdi e perdi, MAS A ESPERANÇA E VONTADE DE MUDAR A EDUCAÇÃO EU SÓ GANHEI. Somos todos excelentes, nossa profissão é a MELHOR do planeta, vamos mudar sim, doa a quem doer.
    Parabéns a todos aqui, concordando ou não, estamos discutindo para mudar.

  • O texto revela muito estudo e pouca prática. Em meu município, nós, professores, respondemos por uma rede que em um ano nada fez para nos orientar ou dar suporte. Somos nós, cada professor com seus colegas de turma em suas escolas, que elaboram os guias mensais de atividades aos alunos, os portfólios com as devolutivas, as aulas de vídeo, as indicações de leituras, pesquisa e elaboração de jogos online e possíveis interações em grupos de Whatsapp para que alunos e responsáveis se interessem pelo conteúdo. Conhecemos na prática todos os atenuantes que não são considerados pelo estado quando nos forçam a conseguir devolutivas de famílias fragilizadas. Estamos psicologicamente esgotados e fisicamente indispostos, já que atendemos às famílias para além do nosso horário, pensando que “quem está entregando é porque está tendo interesse” e nessa ideia nos culpabilizamos se negarmos o atendimento em horas extras não remuneradas. Se todas as nossas estratégias, e digo nossas pois não há nenhuma assessoria por trás, estivessem dando resultados, provavelmente não haveria queixa da população, seria só o esgotamento dos professores, mas quem ligaria? O problema é que não está dando resultados e nos tornamos vilões. Textos como esse refletem a opinião de quem não propõe nada que acrescente, a crítica pela crítica. Pensei que fosse ler algo sobre a “metodologia com projetos” ou “propostas com o ensino via rádio”, mas essas ideias só serviram de plano de fundo para atribuir mais essas funções de inventar recursos aos já esgotados professores. Se quer um conselho? Arregace as mangas e gaste sua energia em propor práticas de trabalho pedagógico, pois, um ano depois, nosso potencial inventivo caiu por terra levando com ele todo o nosso idealismo em acreditar que haveria uma parceria entre governo, famílias e professores. Estamos no mesmo barco? Só conhecemos a tempestade! Obrigada pela reflexão, mas de fracassos históricos da educação já temos formação suficiente!

  • Boa tarde!
    Acredito que as autoridades deveriam ter um olhar mais humanizado para a educação, não se vê nenhuma política de apoio a professores, alunos e responsáveis pelos alunos. A maioria dos professores não têm computador, nootbook e etc.Muitos estão se virando nos 30, usando o máximo um celular “fraco” que não é compatível com a realidade. Acredito que muita coisa precisa ser pensada. Política que vise toda a situação seja do professor, do aluno e das famílias. Não vi nenhuma política de apoio aos professores. Nenhuma!!!!

  • As políticas pedagógicas, deveria adotar 2 matérias essenciais Língua Portuguesa e Matemática até o final do ensino fundamental l , pois é nessa fase que as crianças estão aprendendo a ler e interpretar e conheces números, resolver probleminhas. Hoje a política pedagógicas enche as cabeças das crianças com um monte de matérias que não da tempo de cumprir, é um tal de tira caderno e guarda caderno que pobre crianças doidas com tanto caderno e matérias.

  • Excelente reflexão nestes círculos na grande maioria também construído por nós na ansiedade de melhoria do repasse de conteúdos em tempos difíceis…esquecemos onde estamos e para onde estamos indo. e vivemos constante busca de informações inovadoras muitas vezes quase ineficazes.

  • Com tudo isso que estamos passando , quem mais sofre são as crianças e jovens estudantes, que acreditamos neles futuramente . Como pode existir o afeto, o carinho , a amizade ? se até a esperança os jovens estão perdendo. O pior de tudo é que muitas famílias não têm condições e nenhum conforto para essas aulas remotas , por falta de um computador , notebook ou até mesmo um celular e um bom sinal de internet , muita das vezes nem celular e internet temos condições de pagar 😔 , muitos perderam o emprego , fica difícil para nós de baixa renda . Meus filhos pelo menos , sem condições de ter aulas remotas ,e me preocupo com eles , pois não posso comprar nenhum notebook se nem trabalhando estou , perdi o meu emprego à uma semana por causa da pandemia . O governo deveria pensar mais nas condições das famílias carentes , tinha que existir um meio realmente das escolas impor a retirada das tarefas da semana na segunda e devolvesse somente sexta . Estaria de acordo plenamente !

  • A pandemia é real e tem muiiiita gente dando “pitaco” na educação, sem entender nada de aprendizagem. A aprendizagem como consequência da pandemia está prejudicada mas NUNCA esteve 100%. Grande parte dessa culpa é das famílias desestruturadas, que não enxergam suas responsabilidades e acham que os professores precisam assumir tudo, inclusive os problemas pessoais. O pouco de tempo que os pais tem com seus filhos, ficam nas redes sociais ao invés de sentar com os filhos, ao menos para fazer a tarefa básica. Está na hora das famílias assumirem suas responsabilidades.

  • Um absurdo certas falas. Na verdade falas idiotas, sem competência técnica e sem propriedade moral e profissional pra dizer. É fácil julgar o trabalho quando não é você que tem de executá-lo. Você não sabe o que é ser professor de ensino fundamental nível 1 e ter de fazer quase o impossível. Não sabe as condições reais de alunos de todas as regiões brasileiras. Artigo que desonra e menospreza o trabalho de professores que estão fazendo tudo o que podem. Estão sendo tudo menos preguiçosos.

  • Ótimo texto. Bem ilustrativo do que deveria ser o ensino remoto. Pena que os professores não estão preparados e nem equipados para oferecer o ensino como deveria ser. Não é por ignorância,porque temos conhecimento e experiência suficiente para adotar tais medidas. E os recursos que nós ou os próprios alunos possuem? Com nossos próprios e míseros salários,tentamos nos reinventar e fazer a busca ativa àqueles que não participam. E os responsáveis que delegaram totalmente a educação à escola?
    Nosso trabalho decorre do amor com que dedicamos a nossa missão e aos alunos. Mas isso não basta. Precisamos de valorização e de meios para que possamos cumprir fielmente ao que nos propomos!
    Alguém pensou nos professores? Se erramos, não é por nossa culpa e sim por um sistema que só se preocupa com resultados e nunca com o como chegar a dados satisfatórios!

  • Um texto muito interessante para reler e refletir. Muitos pontos citados que realmente se deve pensar e repensar. Acredito que o cenário da educação seja talvez uma tentativa de não se perder um todo, enquanto não se tem uma estrutura e um ambiente propício a isso. Realmente qual o sentido do estudo quando se tem fome e não se pode trabalhar, e a vida de muitos sendo ceifadas de forma indescritível.
    Acredito que vale a pena sim refletir tudo isso.

  • Muito bom sou o Felipe tiver um estudo muito defasado por minha mãe mudar muito e também eu ser muito rebelde tudo isso me projidicol muito não sei escrever corretamente e por alguma coisa da época na escola fui jogando da quarta seri para o sétimo ano só perdi com tudo isso obrigado sou mais um Brasileiro alnafabero.

  • O mais engraçado, é que maioria dos pesquisadores da área da educação, nunca adentraram em uma sala de aula das escolas públicas para lecionar. Existem várias realidades nas escolas públicas brasileira. Da desestruturação familiar a questões socioeconômicas. O gestor, o educador exercem funções que ultrapassam suas atribuições. A instituição escolar está fadada das demandas da sociedade o que causam impactos nas questões que deveriam ser apenas da educação.

  • Texto perfeito,O olhar brilhante sobre aulas EAD.
    A pedagogia e contato.
    Prof. de formação, No momento banca presencial cumprindo o papel da escola com todo cuidado.pois posso contar nos dedos as minhas crianças que conseguem acompanhar as aulas via plataforma.

  • Infelizmente a Pandemia nos trouxe uma reflexão sobre a realidade da educação brasileira. A maioria dos educadores não estão qualificados para lidar com a tecnologia, até porque o governo federal, estadual e municipal não investe em tecnologia, e nem qualificar seus educadores para trabalharem com dignidade. A única ferramenta que o professor tem acesso em sala de aula é de um quadro branco, uma caneta piloto e um apagador para ensinar seu alunado. Imagine se seu filho fosse aluno da rede pública de ensino, em que a maioria não tem acesso a internet em sua casa muito mais ferramentas tecnológicas como, celular, notebook, ou, um tablet seria maravilhoso, porém isso na prática não acontece.
    Aulas remotas tem trazido muitos desafios para nós, que não estávamos acostumados a lida com o ensino a distância, pois o educador teve que se adaptar para ministrar suas aulas em casa. Não tem sido fácil viver essa realidade, porém estamos nos reinventando, buscando a melhor maneira de ministrar as aulas para o nosso alunado. O nosso foco é o aprendizado dos nossos alunos, isso nos remete a sermos grandes profissionais.

  • Excelente artigo! Tenho algumas questões em relação à “pedagogia de projetos”. Mas, concordo com 99% do texto!

  • Bom, fiz a leitura não apenas da matéria, mas como dos comentários, confesso que as angústias não se limitam apenas aos estudantes, mas nós professores estamos em todo tempo sendo impactados nessa realidade.
    E como já foi dito antes, por um comentário de uma colega da mesma profissão, não somos os culpados e temos nos esforçado muito para oferecer o de melhor para nossos educandos.
    Temos feito cursos sim, temos nos especializado sim e não jogamos muitas tarefas aos nossos alunos, pelo contrário oferecemos pouco.
    Me refiro a pouco, porque bem sabemos que o ensino remoto, jamais substituirá as aulas presenciais, as dúvidas dos alunos e das famílias soam.
    Nós estamos realizando vídeos explicativos, realizamos correções de tarefas, recebemos tarefas de madrugada, nos fins de semana, perdemos a privacidade em nosso aparelho celular, whatsapp e até mesmo de nosso lar.
    O governo não nos oferece recursos e em alguns casos oferecemos tarefas impressas sim.
    Acredito que o que cabe ao professor, temos feito, agora a pandemia e o ensino remoto nunca foi nosso sonho de consumo

  • Muito boas questões colocadas. O texto não traz só a opinião do autor, como escreveram aqui nos comentários, mas importantes dados e fatos, por exemplo, sobre o sistema educacional, a situação dos alunos e o tempo em que crianças e adolescentes conseguem focar num assunto. Infelizmente o sistema educacional vigente ignora tais dados e continua emperrado no século retrasado.

  • Concordo com o texto. Além disso, o que falta é o Brasil definir que política educacional quer adotar. Apenas medir desempenho com o IDEB ou outra forma de avaliação não diz muito sobre a educação que os alunos recebem. O modelo de escola está bem ultrapassado. Enquanto as escolas forem ambientes que servem apenas para depositar crianças e conteúdos não teremos avanço nenhum na educação. Dessa forma, o Brasil ainda ocupará as últimas posições de todos os rankings negativos que temos notícias.

    • Muito boa sua reflexão! Realmente nos falta política pública que ensine o povo a pescar, promover a dignidade humana possibilitando a inserção do sugeito, dando condições de trabalho. Desta forma a escola deixar a de ser depósito de criança a troco de leite e cartão merenda. Hoje querem o retorno das escolas porque as crianças não têm o que comer em casa, ou atrapalham os pais que estão em homeoffice e não estão dando produção. Conscientização aos jovens sobte natalidade e as consequências.
      Houve um aumento significativo de crianças tendo crianças neste um ano pandemia. Famílias que não tinham o que dar de comer a 3 filhos, tiveram mais 1.
      Gente que não tem estudo, educação e emprego.
      Desculpe o desabafo, mas o problema é maior do que aulas on line.

  • Se os professores enviam os desafios na segunda, orientam durante a semama, e recebem as respostas na sexta… quando vao corrigir? E planejar os desafios? Pq professor se trampa no fds ganha hora extra, ou nao? Vao pagar? E como professor passa a semana orientando 35… 40 alunos por turma? A conta não fechA. Me parece coisa de quem nao sente na pele. Profissionalizar? Governo congelou salario. Donos de privadas dizem q vao reduzir. Pais dizem q nao vao pagar. E o professor q é o tonto do generalismo! Ta

  • Penso que caminhamos em círculos justamente por que tudo colocam na responsabilidade da escola. Com a pandemia percebi que muitas famílias compreenderam qual o seu papel na educação de seus filhos, o que algum tempo não via, afinal , sempre contavam de que a escola deveria cumprir com 100% do papel na formação das crianças, e este fato incomoda muito. Gostaria de esclarecer que nós professores estamos nos desdobrando em mil para adaptar a escola para cada aluno, pensando exatamente nas suas dificuldades, inclusive disponibilizando os recursos necessários para que o ensino remoto, aconteça.

  • Concordo em parte com seu texto, mas será que realmente seu apontamento é o melhor – rádio + diários de bordo -? Será que existe um único modo de acolher via a educação formal ? Penso que lidar com o medo em massa não é algo que respondamos de forma tão simples – via pedagogia do projeto- . Não me entenda mal , a pedagogia problema/ projeto/etc… é ótima , mas ela também pode ser gerencialista, basta que seja colocada como o único caminho .
    Acredito, como vc, que tenhamos que pensar no que realmente é o importante , mas como chegar de fato a isso nunca foi uma resposta simples, tá aí a história da filosofia para nós testemunhar ! Mesmo assim comungo com a maioria dos princípios apontados como novos orientadores da educação, só acho – e isso é um achismo mesmo – que esses princípios não são emergências de agora, mas sim de uma formação humana que pode nos ajudar a lidarmos melhor com nós mesmos .
    Bom texto …

  • Por favor, se eu puder fazer algo concreto, além de comentar, me avisem! Sim precisamos nos unir! Adorei a matéria, no ano passado já em outubro quando chegou a 1ª e única pesquisa de opinião da escola fui até chamada pela diretora pelas críticas e sugestões que fiz, na ocasião o que vi infelizmente foi apenas uma defensiva por parte da diretora indignada (deveria ter dado nota 10?) e 2 coordenadores pedagógicos que nem cheguei a conhecer a voz. Está na hora dos professores pararem de mimimi, de achar que estão sendo criticados e pensar no foco da educação que é o aluno, que está sem educação de verdade há 1 ano. Eu que sempre admirei a educação em Indaiatuba vi o descaso por justamente ignorar o item 2 (vínculo 0) e supervalorizar o item 3, o que importa é ser n°1 por aqui… O mais triste é que quando me posiciono a respeito 99,99% das “colegas de profissão” ficam na defensiva, por isso gostei tanto da reportagem mas aí vi que isso se repete em qualquer lugar, com comentários de professores se defendendo por aqui também. E os alunos… ninguém entendeu que esses, já não existem mais… foram mortos… Vamos ressucitá-los !!!

  • Está realmente muito difícil se adaptar a essa nova maneira de ensino e aprendizagem, ninguém está preparado. Estamos todos no mesmo barco

  • Adorei a matéria. Nos mostra bem a realidade da educação nesse momento. Me sinto muito bem descrita nessas palavras. Enquanto a sociedade achar que com cópias mal feitas de recortes de pensadores entre outras, no caso para a época deram certo, a educação ficará cada dia pior. Temos que saber ensinar a utilizar e assim aplicar melhor as teorias, pois na hora da prática a coisa muda de figura.

  • Sim. Temos que rever muitas coisas na educação e não é de hoje. A começar por um sistema de avaliação ultrapassado que não avalia a individualidade de aprendizagem do aluno. Testes padronizados que avaliam como se alunos fossem máquinas de fazer provas. Há muito a ser debatido e mudado. Como professora reflito sobre isso o tempo todo com meus colegas e comunidade escolar, porém parece ser um longo caminho a ser percorrido. Ainda há muita resistência por parte de muitas pessoas que fazem parte da comunidade escolar. Infelizmente, o medo de mudança é muito maior.

  • Bastanta reflexivo o comentário. Precisamos encontrar novas rotas, urgente!

  • Quais reflexões este texto nos traz, seja ba condição de docente, seja na condição de pais e de sociedade. Realmente é preciso focar nas reais necessidades humanas do momento: O equilibrio emocional, cono ponto de partida para uma educação eficaz e sempre se questionar: Como se sentem os professores que não tiveram tempo para se prepararem para essa nova realidade? Como se sentem.os pais que tiveram que se transformar em professores sem o menor suporte?
    Precisamos repensar nossas politicas educacionais com urgência se não desejamos que os desajustes sociais sejam ainda maiores.

  • Ótima reflexão sobre o momento atual. Precisamos intensificar as discussões e amadurecermos juntos, na direção do atendimento às crianças, às famílias cujas condições sociais estão cada vez mais desassistidas. Temos que ampliar a ideia de que, com um governo irresponsável (em todas as áreas) o povo deve assumir protagonismo no rumo da mudança.

  • Sou professora, Gostei muito dessa matéria. Nos remete a uma reflexão maior com relação ao tipo de ensino que estamos querendo colocar de guela a baixo em nossos educandos.

  • Seria interessante o autor descrever como tem sido sua própria prática profissional (ou do Instituto Cultiva) na modalidade remota/à distância nos termos teóricos e abstratos em que fala no texto.

  • Bom dia a todos!
    Quero parabenizar a análise.
    Acredito que debatendo e conversando entre nós, família e educandos, encontraremos caminhos que nos levem ao êxito.
    Vivemos momentos sobrios mas, precisamos ampliar os espacos de construção dos saberes oprtunizando os nossos educandos ao protagonismo e iniciando cada plano de aula, cada ação, utilizando suas próprias experiências e ampliando ações de afetividade!

  • Ele crítica os gestores, não os professores. Tanto que cita gerencialismo do CONSED (Conselho de Secretários Estaduais de Educação), que só se preocupam com médias de desempenho e não em melhorar as escolas e a valorização dos professores.

  • O maior erro de todos, caros amigos, são cortes sucessivos no orçamento e falta de investimento na área, que não foi retratado aí em cima. É claro que erramos, quem não? Mas nunca ou quase nunca vemos reportagens falando sobre os acertos dos professores.
    Por que não discutimos a falta de investimento na área e a relação com a dívida pública, usada frequentemente como desculpa para tirar recursos das áreas sociais? Tal divida jamais é demonstrada de forma objetiva, em veículo de comunicação algum, contrariando o princípio da publicidade.
    Generalizações acarretam injustiças, ainda mais num cenário caótico em que professores utilizam seus próprios recursos fazendo o melhor possível dentro das possibilidades.
    Se for assim, será que podemos culpar a imprensa inteira pela parcialidade de algumas figuras, que deixaram de cumprir seu papel de maneira vergonhosa nos últimos anos? A atuação da imprensa do Brasil é péssima, nem por isso podemos dizer que não há bons jornalistas.
    Outra coisa: por que não discutir a falta de plataformas adequadas e de fornecimento de equipamentos para docentes e alunos por parte do poder público? Sem contar o fato de que já houve tempo suficiente para aquisição de vacina por parte do poder público e, nesse caso, essa discussão já nem seria necessária pois estaríamos de volta à aula presencial. A pergunta central nesse momento deveria ser a seguinte: cadê a vacina?

  • Muito propício o texto, ressaltando que não foi incluído,a educação rural, onde temos como educador, um grupo bem reduzido de alunos ,totalmente distante de uma realidade urbana, o “”fique em casa e desproporcional”o espaço e diferenciado ,também é preocupante.

  • Uma reflexão sobre o panorama atual, porém acredito que devamos ir além do que já se faz há séculos sobre a educação brasileira, que é refletir e discutir o que nela há de errado. Precisamos urgentemente discutir o que tem dado certo, compartilhar experiências, o que de fato tem trazido resultados positivos para a consolidação do aprendizado, para que se possa, finalmente, sair da reflexão e apontamento do que se tem feito de ruim. Pois acredito que um dos maiores entraves da evolução da educação em nosso país seja justamente essa, a disposição constante que se tem em apontar as falhas o que resulta na generalização do problema. No texto em questão foram deixados de fora inúmeros aspectos que independem da vontade do professor e um deles e falta de recursos tecnológicos também por parte do docente, não esse que trabalha nas grandes cidades, mas aqueles lá do meio rural que enfrenta os mesmos problemas que seu alunado. Os problemas emocionais que enfrentamos, pois não é só o alunos que está passando por perdas de familiares, o desemprego na família não é um privilégio do alunado, os impactos emocionais não estão sendo sofridos apenas por alunos. Mesma assim isso não é desculpa para que não busquemos estratégias para tornar a aprendizado, se não mais concreto, pelo menos menos superficial do que está sendo. No ano passado tive três turmas de 1ano- Médio com uma média de 38 alunos por turma. As aulas foram ministradas por grupos de WhatsApp, o que não garantiu a interatividade. Eram alunos que entravam em sala para marcar presença e em seguida sumiam. Mandava PDF, áudios, vídeos, fazia “piadas” para provocar alguma reação e mesmo assim a interatividade era quase nula. Esse ano estou com mais três turmas, desta vez com média 40 alunos e mudei de estratégia, começo fazendo questionamentos sobre como está sendo o dia deles, qual assunto foi o mais difícil até o momento e lembrando-os de que a interação deles será a frequência do dia, para só então entrar no conteúdo. Depois que adotei esse método 50 minutos de aula tem sido pouco para atender as necessidades da aula, pois como já estão”no clima” perguntam e respondem bastante. Por isso acredito que mais que discutir os problemas da educação, deveríamos discutir as soluções para a educação brasileira.

  • Esse texto traz vários questionamentos que fiz para meus superiores desde que a pandemia começou. Mas, infelizmente, professores não têm autonomia (pelo menos eu) pra decidir como vai ser a forma de trabalho. Exatamente tudo foi decidido por decreto e NUNCA nos foi pedida a opinião. Nem mesmo eles que decidem, estudam a situação pra determinar medidas… A falta de um documento federal que permitisse certas coisas, também faltou. Tudo era novo no início, hoje eu concordo quando diz que ficamos andando em círculos. Já se passou um ano e estamos exatamente no mesmo lugar.

  • Bom dia, concordo com vc, mas o agir diferente não é fácil, pois o aluno não se abre quando propomos um diálogo mais pessoal. Deixam claro, com seu silêncio, que devemos ser diretos e terminar logo com o tormento da aula remota. O que me resta, e faço, é ser muito carinhosa no PV e deixo claro que estou pronta para o que precisarem.

  • Bravo!!!mentes brilhantes é o que todos queremos ser, porém, estamos amarrados e crucificados por corruptos os quais consome verosmente os recursos financeiros da nação empobrecendo dia a dia as famílias levando os jovens ao caos sem pespectiva de vida descente.

  • Os professores tem feito o possível num país em que a todo momento são tirados recursos da saúde e da educação para pagar uma dívida pública que jamais é explicada.
    Podemos afirmar que todo jornalista do país é ruim, só por que a maior parte da imprensa do Brasil foi parcial nos últimos anos? Esse é o problema das generalizações.
    Quase nunca há artigos louvando as boas práticas docentes. Esse atendimento tão criticado, só é possível porque estamos cedendo nossos recursos para fazê-lo, pois o estado não forneceu computadores nem aos alunos, nem aos professores. A pergunta que não quer calar é: cadê a vacina para que retornemos ao ensino presencial?

  • Que reflexão poderosa e necessária. Aliás eu como professora, gostaria que o Jornalistas livres fizesse mais posts como esse, sobre o atual cenário da educação no nosso país. O que ocorre, ou melhor, não ocorre, na educação no Brasil durante a pandemia, terá consequências amargas. Nossa educação já estava pedindo socorro antes da pandemia, imaginem o reflexo que isso terá para o desenvolvimento do nosso país. É uma segunda tragédia…terceira…quarta…
    Contudo senti falta de um olhar mais sensível para com os professores das escolas públicas. Aqui no meu estado por exemplo, eles estão endividados, doentes e sem apoio pedagógico e tecnológico adequado. Precisam de um olhar humano urgente para poder se reerguer e poder pensar no profissionalismo.

  • Essa visão é interessante, mas quando os Professores serão olhados com mais atenção e respeito!
    A educação não se faz apenas com bons materiais, mas com Professores capacitados que muitas vezes trabalham muito e recebem pouco numa sociedade que nem sempre valoriza a escola pública.
    O Brasil poderia pegar exemplos de outros países que têm a educação como prioridade, valorizando os bons profissionais que diariamente faz o possível com os recursos que têm para mudar a realidade de muitos jovens.
    Educação se faz com bons investimentos e capacitação dos Professores e Profissionais da educação.

  • A grande questão é que os professores e toda a gestão das escolas públicas no Brasil estão submetidos às decisões das Redes de Ensino que estão ligadas às decisões políticas. E muito do stress que acomete os professores reside no fato de que sabemos que o modelo não funciona mais porém não temos poder de mudança. E muito do insucesso desses números reflete também a intransigência em não mudar esses modelos.

    • Concordo com você, eu ia escrever algo parecido quando resolvi ler os comentários. O modelo atual não funciona, aliás acredito que nunca funcionou, a escola já era sem graça quando eu era aluna, mas praticamos decisões políticas nas escolas, decisões do grupo de gestores, decisões de diretoria de ensino, decisões de secretários, mas quem está no dia a dia dentro das salas de aulas, pouco ou nunca é ouvido.

    • Conselho não mexe com recurso, e mesmo que ele faça projeção a situação não esta resolvida!

  • Na realidade, está tudo errado.
    Hoje os professores não são respeitados e também não ganham o que deveriam ganhar,muitos deles são injustiçado, são escravos da sociedade,uma sociedade onde , só se tem respeito por quem tem capital,a educação brasileira é uma porcaria, não por mal ensinamentos e sim por ver jovens e adultos se acabando no mundo das drogas,e não tem apoio em casa,para ter uma boa educação,os pais se esquecem ,que eles tem que ensinar e enfentivar o filho a ter um bom estudo e ter respeito pelas pessoas.Muitos jovens, não tem como estudar em casa,pois precisam está ligado nas redes sociais e muitos deles não tem condições financeiras de ter pelo menos um celular pra estudar através da internet. Ok

  • Toda escola pública no Brasil tem um Conselho de Escola aberto a comunidade escolar (todo mundo!). Todo município tem um Conselho Municipal de Educação, com membros eleitos por seus pares. PARTICIPE!

  • Acredito que a generalização tratada no artigo como se todas as escolas fossem iguais também constitui um erro. Há trabalhos excelentes e formas de tratar nossos alunos com o respeito e dignidade e também abordando os conteúdos que, aliás são importantes. Nós professores não somos terapeutas temos equipamentos defasados mas estamos no adaptando e estudando para tal enfrentamento. E também merecemos atenção amparo financeiro emocional além de apoio. Apontar erros e muito fácil. Viver uma Pandemia nunca vivida e exigir do professor uma expertise não conhecida por nenhum dos outros setores, como saúde, política, sociedade em geral me parece cruel e inapropriado para o momento.
    Percebo várias interações em diversas plataformas até às de trocas de mensagens nas quais é possível realizar uma horizontalização de conversas e assuntos diversos não só conteúdos e nelas o professor só media e incentiva.

    Não foi apontado ainda nem um estudo sobre tema durante a pandemia, precisamos parar com o achismo na Educação.
    Exerço a profissão desde 2001 e vejo excelentes trabalhos de colegas e envolvimento de equipes realmente interessadas na melhoria. Apesar de todas as politicas vigentes.

    Marcia de Castro professora

  • A verdade dia de hoje nem todos tem internet em casa fica muito difícil por aluno e , também nem todos professores consegue essa nova forma de ensinar por isso que temos que unirmos todos ajudando para melhorar pra todos 👩‍🏫📚📝

  • Bom, o magistério nos dá este presente de erramos e aprendermos com isso. Constantemente temos desafios na educação, pois o processo de aprendizagem não é só no ambiente de sala de aula, seja ele presencial ou remoto, é também todas as situações sociais e emocionais que são vivenciados pelos discentes. Contudo, o educador tem que compreender que essas situações adversas não podem ser obstáculos para alcançar o que foi planejado para a realizar, o entendimento do educando tem que ser atingindo preferencialmente em sua totalidade. Como experiência pessoal e profissional a escuta de tudo que refere-se ao publico alvo, é fundamental, o conteúdo de alguma forma tem que ser a extensão do que ele conhece ou pretende aprender ou ainda que sirva para mudar o que este esta vivendo. As estratégias como tempo das aulas teóricas serem menores que as práticas e a escuta e questões sociais devem sim fazer parte do plano de aula.

  • Nos professores não fomos preparados para mudança repentinas, porque mudança exige trabalho e questionamentos, alem de porque fazer mudanças quando tudo está certo, ou dando certo… mas esquecemos muitas e muitas vezes de saber se esse dando certo para quem? Quando passarmos a nos preocupar com o certo para os discente, ai estaremos no caminho de aceitarmos mudanças repentinas questionamento.
    Neste período de atendimento remoto, fomos expostos a oferecer o que não conhecíamos e tivemos pouca oportunidades experimentos, e quando isso acontece repetimos o que sabemos sem preocupação com o proximo.

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