Núcleo Negro Jornalistas Livres 

Na esteira dos compromissos firmados pelo Portal dos e das Jornalistas Livres, no final de 2022, apresentamos a vocês o Núcleo Negro do JL: um grupo de profissionais e militantes de diversas áreas do conhecimento, voluntáries e firmes no projeto de enegrecer o jornalismo importante e necessário que se tem feito por aqui.

Nos aquilombamos, mais uma vez, com o propósito de impedir, por todos os meios que se façam necessários, que o racismo nosso de cada dia siga se perpetuando também neste meio de comunicação. Para isso, estamos propondo pautas, realizando curadorias e dialogando com o restante da equipe, para que este canal possa fazer jus ao seu nome: Livre.

Sem mais delongas, apresentamos a vocês:

Jana C. Silva é advogada especialista em Propriedade Intelectual e especialista em equidade.

Foto: Arquivo pessoal

Jaime Diko Lopes é morador do Jardim Monte Azul, (extremo sul de SP) e membro da família Agência Solano Trindade desde 2014. É produtor autodidata, curador e articulador cultural. É fundador dos projetos culturais Ajayô Samba do Monte, Sarau Verso em Versos, Rádio Mixtura, Espaço Comunidade, Quebrada de coco, Forro da Quebrada e Cine da Quebrada, entre outros. Faz parte dos projetos Estéticas da Periferia, do portal de Hip Hop brasileiro Bocada Forte, da feira literária oral dos povos – F.L.O.P , e das redes Afro Ambiental, Rede São Luís, Transition Towns Brasil. Integrante da Diretoria de Estratégia e da Diversidade na Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes. Empreendedor na ElChoq Produções.

Foto: Arquivo pessoal

Rachel Quintiliano é jornalista, especialista em comunicação e saúde, defensora dos direitos humanos e promotora da equidade de gênero e raça. Atuou em veículos como Revista Kaskatas, Bocada Forte, Rap Nacional e é colunista na Revista Raça. Trabalhou na Fala Preta, DFID, PNUD, Fundo de População da ONU, Instituto Unibanco, Prodeb, Dataprev, Prefeitura de São Paulo, Ministério da Saúde e GIFE, entre outras.

Foto: Arquivo pessoal

Katia Passos é uma das fundadoras dos Jornalistas Livres. Paulistana, nascida no Bixiga, é mãe de duas meninas,  jornalista da bancada do PT na ALESP, em processo de transição para o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, como assessora especial. Atua como membro do Conselho Deliberativo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e do Núcleo de Apoio à Políticas Públicas de Comunicação da Fundação Perseu Abramo (NAPP). Uma das autoras no livro “Luiz Inácio LUTA da Silva: nós vimos uma prisão impossível”. Autora de Marielle Franco – Estilhaçando Mordaças colocadas em Mulheres Negras.

Foto: Arquivo pessoal

Vitório Tomaz.  Comunicador, negro não retinto, pró causa indígena, apoiador das feministas e defensor dos direitos humanos

Franklim Peixinho, homem negro, Ogan do Ilê Axé Ikandèlé, professor de História e Direito Penal, advogado antirracista, militante do Círculo Palmarino/Bahia. Mestre em Políticas Públicas e em História da África, Diàspora e Povos Indígenas (UFRB), Doutor em Ciências Jurídicas. Pesquisa a necropolítica da guerra às drogas no Brasil e educação antirracista.

Foto: Arquivo pessoal

Renato Santos de Azevedo. Advogado e Produtor Cultural. Desenvolve a defesa e preservação da Cultura de Povos Tradicionais, e a proteção e garantia de Direitos Humanos, com ênfase no Sistema Nacional de Igualdade Racial. CEO da Produção Preta.

Dinha – Maria Nilda de Carvalho Mota, é cearense, amefricana, cria do Fundão do Ipiranga, escritora, editora independente, mãe de meninas e bissexual. Pós doutora em literatura, atua como Diretora Pedagógica do grupo Periferia Livr@ e como Vice-Presidenta da Estação Povoar. É articuladora da Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio, integrante da Coletiva Editorial Me Parió Revolução e da Posse Poder e Revolução.

Foto: Arquivo pessoal

Antonio Isuperio é Arquiteto brasileiro, negro, lgbt+ que mora em NY. É filho de empregada doméstica e ativista de Direitos Humanos e desde 2013 vem tensionando debates sobre raça, classe e orientação afetiva. Com cinco ameaças de morte de grupos supremacistas protocoladas no Ministério Público, já foi responsável pela prisão de criminosos na justiça brasileira.

Foto: Arquivo pessoal

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