Mães militantes criam esquema de rodízio para cuidar dos filhos

Mães que não podiam continuar com suas atividades militantes por causa dos filhos pequenos tiveram uma ideia: por que uma não ser a babá do filho da outra para que, em um esquema de rodízio, todas pudessem comparecer aos atos dos coletivos e movimentos em que militam? Assim nasceu a Cirada pela Democracia, grupo de mães e pais que se uniram com o propósito de serem babás nesses momentos.

De início, a ideia era tomar conta dos filhos para que os pais pudessem ir para as ruas. Agora, as crianças também participam dos atos juntos à família. Raquel Otoni, mãe, professora e militante dos Diretos Humanos, explica que a Ciranda tem o objetivo de fornecer uma formação lúdica para as crianças, contribuindo para que sejam adultos cientes e conscientes de suas obrigações e direitos. Ela afirma que a grande preocupação é “ensinar aos pequenos que os conflitos podem ser resolvidos por meio do diálogo, sem a necessidade de violência”.

Além de pais, mães e filhos saírem ganhando com a ajuda mútua, Raquel também conta que, ao dialogar com as crianças, os próprios adultos “são levados a refletir junto delas, em um processo em que filhos ensinam pais e vice-versa”.

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