Jornalistas Livres entrevista do coronel da reserva Marcelo Pimentel

JL entrevista o coronel da reserva Marcelo Pimentel. Estudioso do "Partido Militar", ele explica os atos terroristas do dia 8/1. Em vez de golpe, Pimentel diz que foi a forma de manter o país refém do protagonismo militar

Começa hoje o Jornalistas Livres Entrevista, um programa que pretende trazer ao debate figuras públicas que nos ajudem a compreender o Brasil pós-Bolsonaro.

Nosso intuito é apontar os riscos que cercam a sociedade pelo legado deixado ao governo Lula, mas com sugestões de como podemos, juntos, caminhar para fortalecer a Democracia brasileira.

O entrevistado de hoje é o coronel da reserva do Exército Marcelo Pimentel. Oficial da artilharia formado na Academia Militar das Agulhas Negras, em 1987, o coronel tornou-se nos últimos anos um dos únicos militares do Exército Brasileiro a criticar abertamente nas redes sociais o ex-presidente Jair Bolsonaro e a presença maciça das Forças Armadas na política.

Suas postagens praticamente diárias são carregadas de críticas e reflexões sobre a existência de uma força política unida e bem articulada que atua dentro e fora dos quartéis, que ele chama de Partido Militar. Para Pimentel, a existência desse partido coloca em risco a hierarquia e a disciplina dentro dos quartéis.

Para falar sobre esse e outros temas, Marcelo Pimentel conversa agora com os Jornalistas Livres sobre os riscos embutidos no processo de politização das Forças Armadas, cujas atitudes de seus comandantes acabam sendo seguidas ou imitadas pelos subordinados.

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