Diário do bolso: Clipe do desgoverno. E daí?

O que importa é que o treco tem muito desenho e foto, e conta um monte de coisa que eu disse e fiz. Essa homenagem foi como um exame de próstata: me tocou fundo. Até chorei... Vou mandar a Secom espalhar em tudo quanto é canto. Essa beleza tem que viralizar! As pessoas precisam conhecer o meu verdadeiro eu, pô!
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Por José Roberto Torero* Grande dia, Diário! Recebi o clipe….

Recebi um presentaço de um fã. Acho que foi por causa dos dois anos do Diário.

Não, não é uma caixinha de nióbio pra guardar cloroquina. Mas é quase tão bom quanto. É uma música! Ou melhor, uma música com imagens. Acho que chamam isso de clipe. Mas clipe não é aquilo de prender papel?

Sei lá, não entendo nada disso!

O que importa é que o treco tem muito desenho e foto, e conta um monte de coisa que eu disse e fiz.

Essa homenagem foi como um exame de próstata: me tocou fundo. Até chorei…

 Vou mandar a Secom espalhar em tudo quanto é canto. Essa beleza tem que viralizar! As pessoas precisam conhecer o meu verdadeiro eu, pô!

O link é esse, ó:

*José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.

#diariodobolso

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Diário do bolso: Aras o grande defensor do desgoverno

No meio daquele bafafá todo sobre impichimem, ele divulgou uma nota dizendo que não é dever dele avaliar ilícitos atribuídos a mim. Isso foi show! É como um zagueiro dizer que o trabalho dele não é defender. Ou seja, eu posso pisar no pescoço de quem eu quiser, que o Aras não vai fazer nada. No máximo, vai lustrar o meu sapato. Ou bota.

Pra ele, me processar é responsabilidade do Legislativo. É como se o zagueiro dissesse: “O culpado pelo gol foi o centroavante que perdeu a bola lá na frente, não eu, que tomei a bola por baixo das pernas”.

Mas o Aras não parou por aí. Não mesmo! Ele ainda insinuou que posso decretar o “estado de defesa”, para preservar a “estabilidade institucional”. Ou seja, falou que eu tenho direito de dar um golpe de estado.

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