Conheça Chelsea Wolfe, transatleta olímpica que prometeu queimar a bandeira dos EUA no pódio

A transatleta Chelsea Wolfe, da equipe olímpica dos EUA
A transatleta Chelsea Wolfe, da equipe olímpica dos EUA

Por Sérgio Kraselis

A edição do “New York Post” de 30 de julho traz uma reportagem interessante sobre a ciclista americana de BMX Chelsea Wolfe. Além de fazer história como primeira transatleta a ir para uma Olimpíada em uma delegação dos EUA (está no time reserva do Ciclismo BMX), seu nome ocupou as manchetes dos jornais americanos em março do ano passado, quando teria dito em um post publicado no Facebook que gostaria de ganhar uma medalha em Tóquio para poder queimar uma bandeira dos EUA no pódio. O post foi excluído depois, mas bombou nas redes sociais.

Tudo começou após o ex-presidente Donald Trump dizer que era contra a participação de meninas transexuais nos esportes. “Uma das razões pela qual batalho para representar os EUA em competições é poder mostrar que meu país tem moral e valores, e não por todas as coisas ruins pelas quais somos conhecidos”, disse Wolfe na época.

“Me posiciono contra o fascismo porque me preocupo com este país e não vou deixá-lo cair nas mãos dos fascistas depois que tantas pessoas que lutaram e se sacrificaram para impedir que o fascismo se instalasse no exterior”, afirmou.

Querem saber? Com suas posições pela democracia, contra o racismo e qualquer forma de discriminação contra a orientação sexual de pessoas Chelsea Wolfe já é medalha de ouro para os Jornalistas Livres.

Competindo ou não nos Jogos de Tóquio, ela cravou para sempre seu nome na história do esporte.

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