Anistia Internacional: preocupação sobre o caso Marielle Franco

A irmã da ex-vereadora lamentou a saída das promotoras do caso no Twitter "A gente não tem um dia de paz. Sinto muito pela saída das promotoras! Promotoras essas que eu depositava muita confiança e esperança para que elas ajudassem a resolver o caso da Mari e do Anderson! Agora eu quero saber que interferências são essas! Quem mandou matar minha irmã!??"
Marielle defendeu o feminismo, os direitos humanos, e criticava a intervenção federal no RJ e a Polícia Militar; em 14 de março de 2018, foi assassinada a tiros junto de seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes

Anistia Internacional demonstra preocupação com afastamento de promotoras do caso Marielle Franco

Por Cauê Porcé, para os Jornalistas Livres

A Anistia Internacional Brasil disse em nota acompanhar o afastamento das promotoras Simone Sibílio e Letícia Emile da Força Tarefa que investigam o assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. De acordo com as promotoras que pediram para deixar o cargo, o motivo da saída se deve à interferências externas. O Ministério Público do Rio de Janeiro chegou a informar a saída das promotoras, no entanto não informou o motivo.

“Três anos sem respostas sobre quem mandou matar Marielle e por quê é tempo demais. Neste período, quatro delegados diferentes assumiram a condução das investigações. Os acusados de serem os responsáveis pela execução de Marielle e Anderson, Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, ainda não foram julgados pelo Tribunal do Júri. Toda e qualquer suspeita de que a investigação possa sofrer interferências indevidas deve ser investigada”, afirmou a Anistia Internacional.

A irmã da ex-vereadora lamentou a saída das promotoras do caso no Twitter “A gente não tem um dia de paz. Sinto muito pela saída das promotoras! Promotoras essas que eu depositava muita confiança e esperança para que elas ajudassem a resolver o caso da Mari e do Anderson! Agora eu quero saber que interferências são essas! Quem mandou matar minha irmã!??”

Marielle defendeu o feminismo, os direitos humanos, e criticava a intervenção federal no RJ e a Polícia Militar; em 14 de março de 2018, foi assassinada a tiros junto de seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes

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